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terça-feira, 27 de setembro de 2011
Donut, o doce favorito de Homer Simpson



Além de ver seus programas favoritos na televisão, esparramado no sofá, Homer Simpson tem uma paixão que não esconde de ninguém: rosquinhas açucaradas e cobertas de glacê, mais conhecidas como ‘donuts’.



São rosquinhas de massa macia, fritas e cobertas de açúcar ou glacê, de origem norte-americana. Podem ser redondas, recheadas com geléia e cremes, ou em formato de anel, conhecidos como ‘rings’. A massa do doce favorito de Homer leva basicamente farinha, ovos e açúcar, e lembra bastante o nosso brasileiríssimo sonho, comumente vendido em padarias.

Há diversas teorias para a origem da receita de donut, que se popularizou no pós-guerra nos Estados Unidos.

Reza a lenda que a receita original de donuts foi levada para os Estados Unidos pelos italianos. Há quem diga, no entanto, que ela teria sido levada pelos holandeses, pelos irlandeses. As origens se perdem no tempo.


Ao contrário do Homer Simpson, e do povo norte-americano, o brasileiro prefere os donuts recheados, e não as rosquinhas. O sabor ‘bavarian’, com creme de baunilha, é o favorito do brasileiro, junto com os donuts recheados de chocolate e doce de leite.
O acompanhamento ideal para o donut é o cafezinho.
As receitas abaixo ficam como sugestão para você prepara o doce favorito do Homer.
Fonte: G1.com.br
 

Receita tradicional do livro Dona Benta

 
Ingredientes:

1 tablete de fermento biológico
½ xícara (chá) de leite
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
½ xícara (chá) de açúcar
2 colheres (sopa) de manteiga
1 ovo inteiro
1 gema
1 pitada de sal
óleo para fritar

Modo de preparo:

Dissolva o fermento no leite morno.
Numa tigela bata bem a farinha com o sal, o açúcar, o leite, a manteiga, o ovo inteiro e a gema até obter uma massa que possa ser trabalhada com as mãos.
Amasse até que a massa se torne tão lisa que não grude nas mãos.
Deixe descansar durante uma hora e amasse de novo por uns 2 minutos.
Estenda a massa com o rolo na espessura de um centímetro. Recorte discos de 6 cm de diâmetro. Um copo pode servir para isso.
Com um dedal ou uma tampinha de garrafa (pet), retire uma rodela do meio de cada disco e deixe as rosquinhas crescerem cobertas com um guardanapo por mais ½ hora.
Frite-as, então, em bastante óleo, dos dois lados, até ficarem coradas. Polvilhe-as com açúcar e sirva.



Receita de Donuts de Tatiana Damberg, criadora do site de gastronomia “Mixirica”

Ingredientes

200ml de leite
10g de fermento biológico granulado (1 saquinho )
400g de farinha
40g de manteiga
1 ovo
70g de açúcar
pitadinha de sal
óleo para fritar


Preparo:

Aqueça levemente o leite, deixando-o morno (cuidado para não esquentar demais, senão o fermento não cresce). Misture o fermento ao leite morno e deixe descansar por 15 minutos.
Passado o descanso, misture na batedeira - com gancho de pão - metade da farinha, a manteiga, o ovo e o açúcar. Quanto os ingredientes estiverem misturados derrame o leite com fermento e acrescente o resto do açúcar. Bata até homogeneizar e acrescente o sal. Retire da batedeira e em uma superfície enfarinhada sove a massa por bons 5 minutos. Cubra com um pano úmido e deixe descansar em local quentinho até dobrar de tamanho, o que ocorre em cerca de uma hora.
Depois que a massa crescer, volte à superfície enfarinhada e abra a massa com a ajuda de um rolo, até ficar com 1,5cm de altura. Faça os donuts com um cortador e os furos no meio com um cortador menor*. Se sobrar massa, amasse e abra novamente, para fazer mais algumas rosquinhas. Disponha os donuts cortados sobre uma forma ou prato polvilhado com farinha e deixe-os descansar por mais 45 minutos, cobertos com pano úmido.
Aqueça o óleo em uma panelinha e frite os donuts dos dois lados até dourar. Coloque-os sobre um papel toalha para esfriar. Cubra com glacê e... lembre do Homer Simpson.

Rende cerca de 20 donuts de 8cm de diâmetro.

* caso não tenha um cortador, use um copo ou xícara de boca grande. Para o círculo menor, use uma tampa de garrafa.

Glacê branco

35g de manteiga em temperatura ambiente
200g de açúcar de confeiteiro
½ colher de chá de suco de limão
40ml de água quente

Na batedeira, misture a manteiga e o açúcar. Acrescente o suco de limão e a água e bata até a mistura ficar lisa. Mergulhe os donuts um a um no glacê e espere endurecer (demora cerca de 20 minutos).

Glacê pink

35g de manteiga em temperatura ambiente
200g de açúcar de confeiteiro
3 gotas de corante alimentício vermelho (opcional)
40ml de suco de morango quente

Misture em batedeira a manteiga, o açúcar e o corante. Junte o suco e bata até a mistura ficar lisa. Cubra os donuts com o glacê pink e deixe-os secar.












sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Dia do sorvete



Desde 2002 o dia 23 de setembro não é mais somente o início da primavera: é o Dia do Sorvete. Essa celebração, instituída pela ABIS – Associação Brasileira das Indústrias de Sorvete – é comemorada justamente para marcar o início das temperaturas mais quentes do ano no país, época em que normalmente se acentua o consumo de sorvetes no Brasil, país que, embora seja tropical, ainda mantém a tradição de consumo de sorvete somente no verão, ao contrário dos países nórdicos, por exemplo. Enquanto eles consomem aproximadamente 20 litros por pessoa/ano, nós consumimos míseros 3,5 litros.

Do ponto de vista nutricional, o sorvete é um alimento completo, pois contém proteínas, açúcares, gordura vegetal e/ou animal, vitaminas A, B1, B2, B6, C, D, K, cálcio, fósforo e outros minerais essenciais numa nutrição balanceada. É um complemento alimentar de alto valor nutritivo, sem ser excessivamente calórico. Comparativamente, vale dizer que 100g de sorvete de creme têm 208 calorias, enquanto a mesma quantidade de pão francês tem 269 e de ovo frito, 216. É claro que estes dados podem variar, dependendo da composição de cada sorvete, mas é certo que aqueles que têm como base o leite são uma fonte considerável de cálcio, mineral essencial para a saúde de dentes e ossos. Sem contar que são um alimento sempre bem aceito. Qual é a criança que recusa um sorvete?


Como surgiu o sorvete

O prazer de se refrescar com um sorvete é conhecido pelo homem há mais tempo do que se imagina. Consta em alguns livros de história que Nero, no ano 60 D.C., já saboreava essa sobremesa em seus banquetes. Naquele tempo a mistura era preparada no momento de servir com sucos de frutas, mel e neve dos Alpes. Os chineses foram, entretanto, os grandes admiradores de sorvete na Antigüidade. Há três mil anos, antes da invenção das máquinas de fazer frio, utilizando a neve, os antigos também preparavam suas especialidades.

Alguns historiadores atribuem a Marco Polo a introdução do sorvete na Europa, no Século XIII, onde se incorporou o leite nas receitas. Mas foi nos Estados Unidos que o produto se popularizou: a primeira sorveteria foi instalada em Baltimore, em 1851, tornando-se um sucesso e provocando uma expansão rápida do comércio do segmento, dando assim início à produção industrial do alimento. No Brasil também chegou no século passado e consta que era uma das sobremesas preferidas de D.Pedro II.

Com o aprimoramento das máquinas de fazer frio e o posterior avanço tecnológico, o sorvete passou a incorporar novos ingredientes e técnicas de preparo mais sofisticadas que trouxeram a cremosidade ao produto. Elementos como leite, açúcar, glicose, emulsificante, gordura vegetal, aromas, corantes e frutas naturais tornaram o sorvete um alimento com grande valor nutritivo.

Fonte: Ao Mestre com Carinho

Vai um sorvetinho aí?

Agora que você já ficou conhecendo uma série de curiosidades a respeito do sorvete, que tal preparar o seu próprio?  Com certeza você, sua família e seus amigos vão adorar.

Você pode também testar as sugestôes abaixo...

Folhas Verdes com Frutare Manga, Queijo de Cabra e Pesto de Manjericão



 

Folhas variadas – Alface crespa, Americana, Frise, Rucula e Radicchio
12 bolinhas de queijo de cabra
04 bolas de FRUTURE MANGA
50g de manjericão
30 ml de azeite extravirgem
15g parmesão
1/3 de alho
10g de pinoles
Sal grosso e pimenta do reino


Procedimento

Pesto de Manjericão

Bata o alho e o azeite no liquidificador, junte os pinholes, o manjericão e bata mais um pouco, acrescente o sal grosso e a pimenta e bata mais, acrescente o parmesão e misture bem.

Lavar as folhas e rasgar em pedaços pequenos, coloque no fundo do prato, regue com um pouco do molho, por cima coloque uma bola de FRUTARE MANGA, ao redor 03 bolinhas de queijo de cabra e regue com mais um pouco do molho.

Caso goste pode colocar também nozes picadas ao redor.

 
FONDUE DE SORVETE





1 lata de creme de leite com soro
2 colheres (sopa) de conhaque
400 g de chocolate ao leite para cobertura picado
200 g de chocolate meio amargo para cobertura picado
1 pote de sorvete napolitano


Modo de preparo:

Em uma panela coloque o creme de leite e o conhaque. Leve ao fogo médio até aquecer, misturando sempre.

Retire do fogo, junte os chocolates e misture até ficar homogêneo. Coloque em uma panela para fondue.

Utilize um boleador pequeno usando para fazer bolas de melão para bolear o sorvete.

Coloque as bolas de sorvete em uma travessa e sirva com o fondue.

Variação

Sirva com farofa de amendoim

Dica

Para que as bolinhas de sorvete fiquem duras, boleie em um prato e leve ao freezer até o momento de servir o fondue.































 









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sábado, 10 de setembro de 2011
Em volta dessas mesas, uma cidade



Buteco também é cultura!

Com o nome "Em volta dessas mesas, uma cidade - Bares como lugares na história de Belo Horizonte", acontece no Museu Abílio Barreto em BH uma exposição muito interessante.

O texto abaixo faz parte do folder explicativo da exposição que vale à pena ser visitada:

"Desde a década de 1970, vem sendo construído, mediante registros em livros, filmes, crònicas, entrevistas e documentários, um discurso que define a capital como a "cidade dos bares. Atualmente, essa tendència intensificou-se com a promoção de feiras, reportagens na imprensa, competições e até mesmo a criação de novas palavras, como o verbo "botecar. Capital dos bares, botecos, botequins. Essas alcunhas, divulgadas por inúmeros veículos de comunicação, em àmbito nacional e  internacional, exorcebam o discurso já existente."

Enquanto passeia pela boemia, o visitante visita a história da cidade e a mudança nos costumes (como na época em que alguns bares eram permitidos só para homens).

A exposição aborda a relação da “Capital Mundial dos Butecos” com os bares, desde os primórdios de sua construção. Traz objetos, documentos, imagens e textos e destaca espaços que foram e são emblemáticos na história da capital, preservando hábitos tradicionais de consumo e sociabilidade.

Especificamente, a mostra dispõe de ambientes diversos e, entre eles, está o Túnel do Tempo, que leva o visitante a um passeio pelos primeiros bares da cidade e há também um mapa que indica a localização atual dos 12 mil bares em Belo Horizonte. Por todo o espaço, há entre os diversos objetos, mesas, cadeiras, coleção de garrafas de cervejas, cachaças e outras bebidas com marcas que não existem mais, e ainda, uma mesa de sinuca que pertenceu a Juscelino Kubitschek, dentre outras raridades.

Vitrolas, alambiques antigos, caixas registradoras, coqueteleiras, velhos comerciais de cerveja, garrafas de bebidas que saíram do mercado, e uma mesa de sinuca que foi de Juscelino Kubitschek trazem nostalgia às mesas.


A iluminação é em parte feita com lâmpadas em garrafas de vidro esverdeado.

Fui, visitei, adorei, butequei após a mesma e recomendo!


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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Imagens dispensam palavras - Vida longa Mercado Central!

Um passeio pelo Mercado Central





Sete de setembro de 2011, dia no qual o Mercado Central de BH comemora seus 82 anos, sendo um dos meus lugares preferidos na cidade, nada mais justo que prestar uma homenagem ao mesmo fazendo um passeio por sua história, seus corredores, aromas e sabores.


Belo Horizonte era uma jovem cidade de 31 anos quando um prefeito empreendedor resolveu reunir, num só local, os produtos destinados ao abastecimento dos seus 47.000 habitantes. Havia, nessa época, duas feiras: a feira da Praça da Estação e a feira da praça da atual rodoviária. Foi assim que o Mercado Central nasceu, em 07 de setembro de 1929. O prefeito Cristiano Machado reuniu os feirantes num terreno de 22 lotes, próximo à Praça Raul Soares, centralizando o abastecimento da cidade. As barracas de madeira se enfileiravam nos 14.000 m2 do terreno descoberto, circundado pelas carroças que transportavam os produtos. Considerado o espaço mais democrático de Belo Horizonte, o Mercado Central reúne mais de 400 lojas onde se encontra de quase tudo - cachaças e queijos, claro, predominam nas prateleiras.




O Mercado, então Mercado Municipal de BH, com sua atividade intensa e movimento alegre, funcionou até 1964, quando o então prefeito Jorge Carone resolveu vender o terreno, alegando impossibilidade de administrar a feira.


Para impedir o fechamento do Mercado, os comerciantes do local se organizaram liderados pelo Dico, como era conhecido o Sr. Raimundo Pereira Lima, criaram cooperativa e compraram imóvel da Prefeitura. No entanto, uma dificuldade aparecia no caminho: teriam que construir um galpão coberto, na área total do terreno; em cinco anos. Se não conseguissem, teriam que devolver a área à Prefeitura. A tarefa não foi fácil. A cada dia novas dificuldades impediam o início da construção. A 15 dias do prazo dado pela prefeitura, ainda faltava o fechamento.


Foi então que os Irmãos Osvaldo, Vicente e Milton de Araújo, fundadores do Banco Mercantil do Brasil, decidiram, acreditar no empreendimento e investiram no projeto, financiando a construção, confiados no valor do Mercado para a cidade e na amizade do administrador do Mercado, Sr. Olímpio Marteleto. Foram contratadas quatro construtoras, cada uma responsável por uma lateral, para que o galpão pudesse ser fechado no prazo estabelecido. Ao fim de 15 dias, os 14.000 m2 de terreno estavam totalmente fechados... Os associados, com seu empreendedorismo e entusiasmo, viam seu esforço recompensado.


Decidiram-se, desde cedo, por um meio democrático de escolha de seu administrador, elegendo, a cada quatro anos, 31 conselheiros e escolhendo, entre eles, um diretor - presidente, um diretor financeiro e um diretor-secretário.


Assim, bem organizado e com participação ativa dos comerciantes, o Mercado, a cada dia, ampliava suas atividades, expandia seus negócios e se transformava em um núcleo não só de produtos alimentícios, mas também de artesanato e comida típica.










Boa parte dos freqüentadores apresentam outros bons motivos para visitar o lugar: prosear com os comerciantes e saborear o famoso quibe recheado.



O Mercado Central de Belo Horizonte chama a atenção por ser uma referência para a população da metrópole, sendo caracterizado como um espaço eminentemente eclético. Localizado no hipercentro da cidade, o mercado permanece econômica e socialmente vibrante em meio a decadência que o cerca.

Mais autêntico, bom e bonito da cidade, o Mercado Central de Belo Horizonte
resiste aos apelos do capitalismo contemporâneo, mantendo as características originais que o levaram a se transformar em o ponto turístico mais conhecido do belo-horizontino.

Com um mix diferenciado que vai do comércio de hortifrutigranjeiros aos bares-restaurantes, passando por artesanato, flora, frigoríficos e açougues, umbanda e produtos religiosos, o espaço tem o privilégio de oferecer aos visitantes produtos de toda Minas Gerais e do Brasil, além do mundo.





A tradição do lugar ganha respaldo com a comida típica mineira servida nos bares e restaurantes populares. Um dos pratos que merece destaque é o jiló com fígado, tira-gosto bastante apreciado pelos que não dispensam um pausa para uma cervejinha gelada. No meio de tanta diversidade, há espaço também para uma capela, aberta para visitação diariamente e onde são celebradas missas nas manhãs de domingo.

Até a década de 1970, foi o principal ponto de abastecimento da capital. De lá
para cá, misturando memória com aspectos da vida moderna, o Mercado Central é mais do que uma grande feira: é um espaço descontraído de convívio social.

Com uma inusitada mistura de religiosidade, cultura popular, tradição e contemporaneidade, esse é o espaço mais democrático da cidade. Em mais de 400 lojas, os visitantes podem encontrar artesanato, verduras, temperos, flores e utensílios domésticos, perfumaria, animais de estimação e artigos religiosos. É também um espaço excelente para quem quer somente passear, apreciar os produtos e tomar uma cerveja gelada com porções de filé ou jiló. Quem anda por lá escuta ”causos” mineiros em todos os cantos.


MERCADO CENTRAL – ABASTECIMENTOS E SERVIÇOS : 


Av. Augusto de Lima, 744, Centro, Belo Horizonte .
Aberto de segunda a sábado, das 7h às 18h, e aos domingos e feriados, das 7h às 13h.
Informações: (31) 3274-9434
















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