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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Travessuras ou Gostosuras?



No dia 31 de outubro comemora-se o Halloween, A Noite das Bruxas. Esta festa é muito tradicional nos Estados Unidos, mas acabou se espalhando por todo o mundo.

Halloween significa All Hallow´s Eve (véspera de Todos os Santos) e é uma festa de origem celta. Há 2.500 anos, os antigos celtas (que povoavam parte do norte da Europa e Ilhas Británicas) celebravam o fim do ano quando acabava o verão, que para eles era no dia 31 de outubro. Os celtas pensavam que este dia os espíritos saíam de suas tumbas e por isso decoravam as cabanas com ossos e objetos desagradáveis que era para afugentá-los.

Atualmente o Halloween é celebrado nos países anglo-saxões e nesta noite as pessoas se fantasiam de monstros e as crianças pedem doces e guloseimas nas casas que costumam estar decoradas com abóboras assustadoras.

O Halloween acabou sendo esportado para outros países graças aos filmes e às séries de televisão que costumam mostrar esta festa como algo divertido.E realmente é muito legal, porque nós podemos nos fantasiar de vampiros, bruxa, zumbi, etc e isto pode ser divertido. Se você não quer se fantasiar, pode apenas reunir suas amigas e alugarem uns filmes de terror. Os clássicos sempre fazem sucesso: O Exorcista, Poltergeist, Chuky,...



Mas de qualquer forma, tenha guloseimas preparadas em casa pois poderá ser surpreendida(o) por uma turminha travessa batendo à sua porta com a seguinte pergunta:

Travessuras ou Gostosuras?Trick-or-treat?

 
A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas, os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha.

Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu

Que tal preparar um brigadeiro diferente para a criançada?




Brigadeiro de Nutella

Ingredientes


1 lata de leite condensado
50 ml de leite
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de sopa de Nutella
1 xícara de chá de avelãs trituradas


Modo de preparo


1. Em uma panela, misture o leite condensado, o leite, a Nutella e a manteiga. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre até desprender do fundo.
2. Retire do fogo e salpique 1 colher de sopa da avelã triturada sobre a mistura.
3. Transfira a massa para um prato fundo untado com manteiga, espalhe bem e deixe esfriar.
4. Enrole as bolinhas com as mãos (que também precisam ser untadas!) e passe-as sobre a avelã triturada para confeitar.











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sábado, 29 de outubro de 2011
Alcachofra - Saborosa e saudável





Na verdade, a alcachofra (Cynara scolymus) que consumimos é uma flor imatura, pertencente à mesma família das margaridas e dos girassóis - a família das Compostas. Conta-se que ela saiu do jardim e foi para a mesa na época do Império Romano, quando suas propriedades nutritivas e medicinais foram descobertas e a alcachofra passou a ser privilégio apenas da mesa de nobres e reis. Hoje, felizmente, não é preciso ser nobre para desfrutar deste privilégio (apesar do preço ser às vezes proibitivo!).
As alcachofras foram trazidas para o Brasil pelos imigrantes europeus, há cerca de 100 anos. Nativa do sul da Europa e norte da África é uma planta de clima temperado a frio (média de 20 graus C) e áreas úmidas. Em regiões quentes vegeta bem, mas não forma os botões florais comestíveis.


De agosto a novembro, estamos em plena época de colheita da alcachofra. É quando a encontramos com ótima qualidade e melhores preços. São quatro as variedades mais encontradas no mercado: Violeta de Proença, Roxa de São Roque, Verde Lion e Verde Grande da Bretanha.Justamente por ser uma flor, a safra da alcachofra acontece na primavera e sua colheita tem seu auge nos meses de outubro e novembro.

Ao saborear uma alcachofra, além de consumir um poderoso alimento, você estará se deliciando com uma flor exótica e medicinal.

Rica em vitaminas e minerais, que ajudam no funcionamento do metabolismo e na eliminação de toxinas, é usada em dietas de emagrecimento e até mesmo no controle da diabetes. Nas receitas fitoterápicas, os botões se transformam em caldos, sucos e infusões. Já nas mãos dos chefs, a flor fresca é cozida em água ou vapor, assada, frita ou utilizada em conserva.

Considerada uma iguaria exótica, esta hortaliça parece ter sido feita para ser deliciada a cada pétala e não para ser devorada. Afinal, dela consumimos apenas a parte carnuda das "pétalas" e o "fundo" da flor, depois de retirados os espinhos.

"A variedade de espécies de bananas que existe no Brasil é semelhante à das alcachofras na Itália", afirma o chef italiano Nico Cardamuro, da Domenico Pizzeria de Belo Horizonte. Apesar de sofisticada ao nosso paladar, na gastronomia mediterrânea essa flor incrementa diversos pratos, nas mais diferentes forma de preparo.

O chef Nico Cardamuro explica a forma mais tradicional de preparar a alcachofra: "Ela deve ser cozida por cerca de 30 a 40 minutos. Depois, o caldo do cozimento é transformado em um molho no qual basta acrescentar água, sal e azeite".

Dicas para preparar a alcachofra:


->Corte o talo perto da base e lave a alcachofra em água corrente abrindo bem as pétalas para que a água penetre.

->Deixe de molho em água com sal e algumas gotas de limão ou vinagre para não escurecer.

->No cozimento, use panelas esmaltadas ou em aço inoxidável. As panelas de alumínio escurecem a alcachofra.

->O tempo médio de cozimento é de aproximadamente 40 minutos, dependendo do tamanho e idade da alcachofra. Em panela de pressão o tempo cai para uns 20 minutos.

->Para saber se a alcachofra está cozida, é só puxar uma folha: se ela se soltar com facilidade é porque está no ponto.

->No cozimento, evite o excesso de água: coloque o suficiente para cobrir metade da alcachofra.

->Os talos das alcachofras também podem e devem ser aproveitados. Para isso, é só retirar a parte fibrosa que os envolve, descascando-os com uma faca. Depois, deixe os talos mergulhados em água com limão ou vinagre durante alguns minutos e leve para cozinhar por 30 minutos ou 15 minutos em panela de pressão.


 
 
 
Alcachofra com Molho Vinagrete e Ameixas


Ingredientes•16 alcachofras cozidas
•1 / 2 kg. Ameixas
•Água e sal a gosto



Para o vinagrete



•1 / 2 pimentão verde
•1 / 2 pimenta vermelha
•02 Tomates
•1 cebola
•1 dente de alho
•azeite de oliva, vinagre e sal

 

Preparação

->Abra as ameixas e as despeje em água salgada.
->Em uma panela, coloque as alcachofras.
->Para preparar o vinagrete: Em uma tigela misture o pimentão, tomate, cebola e alho, todos picados. Misture azeite, vinagre e sal.
->Misture bem mexendo vigorosamente.
->Adicione as alcachofras e ameixas com molho vinagrete, gratine-os por dois minutos no forno e sirva.







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quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Curso Cervejas Especiais & Cultura - BH


Marco Falcone da Falke Bier e do Nec Estudo da Cerveja ministrará um curso IMPERDÍVEL em Belo Horizonte!

Já estão abertas as inscrições: Curso de Cervejas Especiais e Cultura, dia 03/11!

Mais Informações: jaquelineoliveira@gmail.com




SOBRE O CURSO:

Marco Falcone, sócio e cervejeiro da Falke Bier, diplomado Sommelier de Cervejas pela Doemens Akademie de Munique – Alemanha e SENAC/SP. Diretor do Sindbebidas/FIEMG e Presidente do Conselho Administrativo da Associação de Cervejeiros de Minas Gerais – ACERVA/MG e membro e fundador do NEC – Núcleo de Estudos da Cerveja.

Conteúdo

1. História da Cerveja

2. Geografia da Cerveja no Mundo

3. Ingredientes na Produção

4. O Processo de Produção

5. As 3 grandes famílias de cervejas

6. Noções de degustação e análise sensorial

7. Movimentos cervejeiros no Brasil de no mundo

8. Filosofia e cerveja

9. Arte e cerveja

10. Saúde e cerveja

11. Onde encontrar, bibliografia e principais links

Serão degustadas durante o curso 6 estilos de cervejas das principais escolas.

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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Pastel de Belém - O sabor da Tradição


 O Pastel de Belém foi eleito em 2011 uma das 7 Maravilhas da Gastronomia de Portugal.


Em 1837, em Belém, próximo ao Mosteiro dos Jerónimos, numa tentativa de subsistência, os clérigos do mosteiro puseram à venda numa loja precisamente uns pastéis de nata. Nessa época, a zona de Belém ficava longe da cidade de Lisboa e o seu acesso era assegurado por barcos a vapor. A presença do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém atraíam inúmeros turistas que depressa se habituaram aos pastéis de Belém.

Na sequência da revolução liberal de 1820, em 1834 o mosteiro fechou. O pasteleiro do convento decidiu vender a receita ao empresário português vindo do Brasil Domingos Rafael Alves, continuando até hoje na posse dos seus descendentes.


No início os pastéis foram postos à venda numa refinaria de açúcar situada próximo do Mosteiro dos Jerónimos. Em 1837 foram inauguradas as instalações num anexo, então transformado em pastelaria, a "A antiga confeitaria de Belém". Desde então, aqui se vem trabalhando ininterruptamente, confeccionando cerca de 15.000 pastéis por dia. A receita, transmitida e exclusivamente conhecida pelos mestres pasteleiros que os fabricam artesanalmente na Oficina do Segredo, mantém-se igual até os dias de hoje. Tanto a receita original como o nome "Pastéis de Belém" estão patenteados.

A Oficina do Segredo na Fábrica dos Pastéis de Belém guarda a antiga receita secreta da confecção e preparação dos verdadeiros pastéis de nata - os Pastéis de Belém. Os mestres pasteleiros da Oficina do Segredo são os poucos detentores da receita, assinam um termo de responsabilidade e fazem um juramento em como se comprometem a não divulgar a receita.




Assim como as tradicionais docerias portuguesas, os pastéis possuem histórias por trás de sua criação. Como já falamos, o confeiteiro Domingos Rafael Alves ao ficar desempregado com a Revolução de 1820 procurou um amigo do Mosteiro dos Jerónimos, especialista em pastéis. Detentor da mágica receita, os amigos constituíram a única fábrica deste artigo na cidade, localizada na Rua Belém, 84.
Todas as manhãs os mestres da massa iniciam os trabalhos na casa Pastéis de Belém. Com uma receita única no mundo, juntam os ingredientes e servem esta deliciosa arte aos clientes. Por dia fabricam mais de 14 mil unidades manualmente, sem auxílio de máquinas. O cuidado é com as mãos.



Hoje o Pastel de Belém faz parte da rotina dos portugueses assim como o nosso café.

A massa foi copiada e o país passou a produzi-lo em todo e qualquer canto. Mas nenhum tem o sabor do original. Depois de se provar esta delícia histórica, quente, salpicada com açúcar e pó de canela, o resto é como se fossem produtos da pirataria.



Atualmente, na maioria dos cafés de Portugal é possível comprar pastéis de nata, provenientes da indústria de pastelaria, mas os originais continuam a ser os da pastelaria de Belém (apenas estes podem ser denominados Pastéis de Belém), em Lisboa, que preservam na sua secular existência o segredo e o saber da sua confecção. Como um doce português, o pastel de nata é também bastante comum no Brasil.




Enquanto não conseguimos a receita original, que tal testar a do Anquier?!

Pastel de Belém  do Olivier Anquier


Ingredientes:

Para a massa folhada:

• 1 kg de farinha de trigo
• 1 kg de manteiga amolecida (dividida em 2 blocos de 150 g e 850 g)
• 20 g de sal
• 1/2 litro de água

Para o Recheio:

• 1 litro de creme de leite fresco
• 18 gemas de ovos
• 18 colheres de açúcar

Prepare a massa folhada assim:

• Misture a farinha, 150 g de manteiga, o sal e a água em uma batedeira e bata devagar, até formar uma bola;
• Retire, faça uma cruz em cima e guarde na geladeira por 2 horas;
• Abra a massa em cruz e coloque 850 g de manteiga dentro;
• Dobre como se fosse um envelope, dando uma volta simples e uma volta dupla na massa e deixe descansar por 1 hora;
• Dê mais uma volta simples e outra volta dupla na massa e deixe descansar por mais 1 hora antes de usar;
• Coloque em forminhas de empada e deixe descansar por 30 minutos.

Prepare o recheio assim:

• Num recipiente coloque primeiro as gemas, depois o açúcar e por ultimo o creme de leite fresco;
• Leve ao fogo e vá mexendo sem parar até ferver;
• Retire do fogo, coloque em uma vasilha e leve à geladeira até esta calda ficar cremosa;
• Com o creme encha as forminhas que já estão com a massa e leve ao forno pré-aquecido à 350º;
• Deixe assar até a massa e o creme ficarem dourados.








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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Falando sobre o Marzipan

Recém nascido moldado em marzipan


A origem e o nome do Marzipan possuem várias versões. Uma delas diz que as palavras "panis" e "maza" vem do latim e significam "massa de pão". Outra história dá conta que na época do filósofo Péricles, os cozinheiros gregos tinham o hábito de preparar tortas de amêndoas com mel. Já na época do nascimento de Jesus Cristo, diversos relatos informam que havia comércio de marzipan com mel. Um pouco mais adiante, na época do Cristianismo, moldavam-se santos feitos com massa de amêndoas, apresentados em romarias e peregrinações.

Outra lenda conta que há 500 anos, Marieta, filha do confeiteiro Badrutt, em Veneza, combinou amêndoas com açúcar. Dizem que esta combinação aconteceu no dia de São Marcos, e recebeu o nome de "Marci Panis" (pão de Marcos).

Outro registro narra que em 1407, na cidade alemã de Lübeck, houve uma crise na colheita que causou fome em todo povoado. Como a cidade estocava uma grande quantidade de açúcar e amêndoas, todos os padeiros foram convocados para desenvolver uma receita de pão feita com amêndoas e açúcar.

Fonte: Correio Gourmand


Frutas de Marzipan

Independentemente da origem, fato é que o Marzipan é uma massa feita com amêndoas de sabor, extremamente agradável. Pela sua plasticidade presta-se à confecção de pequenos confeitos que chegam a ser verdadeiras mini esculturas e fazem a fama dos confeiteiros, enchendo os olhos das crianças (e dos adultos também). De preço alto, a massa de Marzipan é muito pouco difundida no Brasil. Que tal testar as duas receitas abaixo e ver qual você acha que dá um melhor resultado?



Receita 1


Ingredientes:

- 1 xícara (chá) de amêndoas descascadas

- 1/2 xícara (chá) de açúcar de confeiteiro
- 1/2 cálice de licor de amêndoas amargas

Preparo:


Levar ao processador as amêndoas com uma parte do açúcar de confeiteiro. Adicionar aos poucos o licor e o restante do açúcar até formar uma bola compacta. Há quem coloque clara de ovo para dar a liga, mas eu achoque não precisa.


Dica útil : para descascar as amêndoas, coloque-as submersas em água fervente por 10 minutos, escorra a água e aperte com os dedos, girando um pouco. Elas pulam para fora da casca.

Palitos de Marzipan da Kopenhagen

Receita 2

Ingredientes



250 g de amêndoas (com pele ou sem pele)
250 g de açúcar (mais ou menos 1 xícara e 1,4)
2 claras
1 colher de sobremesa de essência de amêndoa


Modo de Preparo


1.Moer as amêndoas no liquidificador até virar um pózinho fino
2.Colocar em uma panela o açúcar, claras, essência e as amêndoas moídas
3.Levar ao fogo baixo mexendo sem parar, quando ficar uma massa firme, desligue o fogo
4.Coloque em um prato, espere esfriar
5.Faça aquilo que sua criatividade mandar









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sábado, 15 de outubro de 2011
O Tombo da Polenta


Foto Alessandro Eller Via Facebook
 
A Festa da Polenta, tradicional evento de Venda Nova do Imigrante, na região Serrana do Espírito Santo, completou 33 anos este ano. Ela aconteceu no período de 7 a 9 de outubro, no Centro de Eventos Padre Cleto Caliman, o Polentão.
O evento têm o objetivo de resgatar e manter viva a cultura do imigrante italiano, que colonizou Venda Nova há mais de 100 anos. Atrações tradicionais como a eleição da Rainha da Festa e o Tombo da Polenta, nada menos do que 1200 quilos da comida típica, se misturam aos shows musicais.
Neste ano, a novidade ficou por conta do corte do Queijo Gigante, que até o ano passado era feito apenas no último dia de evento, e este ano aconteceu também na tarde de sábado.


A Festa da Polenta foi idealizada pelo padre Cleto Caliman, em 1979. Surgiu como um almoço que atendeu um público de cerca de 150 pessoas, formado por famílias de Venda Nova. No cardápio, a famosa polenta e outras comidas típicas.
Durante muitos anos a festa foi realizada no pátio de um colégio, e a medida que o público foi crescendo, a estrutura foi se aperfeiçoando. Em 1995, quando foi construído o Centro de Eventos Padre Cleto Caliman, a Festa da Polenta ganhou sua sede.
Hoje o evento é organizado e executado por cerca de mil voluntários. Todos os recursos arrecadados são doados para entidades filantrópicas escolhidas em assembléia entre os diretores e associados.

Conheci o evento pelo Facebook através de um post do Alessandro Eller. Fiquei encantada. Isso é Brasil!!!!


 
















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terça-feira, 11 de outubro de 2011
Lugar de criança também é na cozinha




O dia das crianças está chegando. Todos sabemos que criança gosta mesmo é de brinquedo.Mas além de dar o brinquedo para seu filho, (sobrinho,afilhado,neto,etc,etc), porque não curtir com ele momentos especiais que podem fazer toda a diferença e marcá-lo para sempre? Lembro que minha mãe dizia que a qualidade do tempo que dedicamos a um filho vale mais que a quantidade de tempo. E é a pura verdade!

E no dia das crianças você poderá dentro de casa mesmo fazer algo muito especial...na cozinha!!!!
Lugar de criança também é na cozinha! Além de preparar delícias gastronômicas, na cozinha você pode ensinar muitas coisas a ela. Responsabilidade, organização, higiene e até uma pouco de matemática, os pequenos nem vão sentir que estão aprendendo tantas coisas. E vão amar os momentos que terão você todinha pra eles numa atividade diferente.

Esta foto linda foi retirada daqui. Parabéns aos pais que tiveram uma filha tão linda

A cozinha pode virar um lugar de diversão e aprendizado. Enquanto preparam receitas saborosas, os pequenos descobrem como trabalhar em equipe, manter a cozinha organizada e higienizar os alimentos.
Pegar todos os ingredientes antes de começar o preparo e guardá-los ao final, é uma forma de mostrar a importância da organização. Aproveite o momento para falar sobre higiene também, lavando as mãos e os alimentos antes de começar a cozinhar. Lembre-se que a criança está aprendendo, então, o resultado não precisa ser perfeito.
E aproveite também para nesse momento gostoso ensinar as normas de segurança da cozinha para a criança. Assim ela estará também mais protegida quando você não estiver por perto.
Aposte em receitas simples, que não precisam ir muito ao fogo. Receitas de biscoito são ótimas opções, já que a criança pode colocar a mão na massa e se divertir criando formatos diferentes para assar. Receitas de liquidificador também são interessantes, os pequenos podem trabalhar medindo os ingredientes. Se preferir fazer um pavê, por exemplo, peça ajuda na montagem. O seu filho vai adorar o papel de chef.




Um avental infantil dá um toque todo especial à brincadeira. Se você não havia pensado nisso para esse dia das crianças, não tem problema! Sua criança gostará tanto da experiência que vocês poderão repetí-la com frequência! E aí, é só encomendar o aventalzinho!

Compartilho com vocês uma receita de Cookies com M&M´S que com certeza sua criança vai adorar preparar e comer!
 

Ingredientes:

1 xícara de margarina (200g = dois tabletes)
3/4 de xícara de açúcar
3/4 de xícara de açúcar mascavo
2 ovos
2 1/2 xícaras de farinha de trigo
1/2 colher (chá) de bicarbonato
3/4 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de extrato de baunilha
2 xícaras de confeitos coloridos (M&Ms ou similar)

Preparo:
Pré-aqueça o forno a 180o (médio-baixo). Bata a manteiga com os açúcares na batedeira até obter um creme claro e leve. Sem parar de bater, acrescente os ovos. À parte, misture a farinha, o bicarbonato e o sal. Acrescente a mistura ao creme às colheradas, sem parar de bater, até ficar liso. Acrescente a baunilha. Pare de bater. Com uma colher, misture os confeitos à massa. Com uma colher de sobremesa, coloque porções da massa em uma assadeira não untada, deixando cerca de 4cm entre elas. Asse por 10 ou 12 minutos ou até dourar as bordas. Retire da assadeira e deixe esfriar sobre uma grade. Não guarde os biscoitos quentes: eles ficam murchos.













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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Poire Belle Hélène



Clássico dos clássicos da culinária francesa, a Poire Belle Hélène, além de uma sobremesa deliciosa é, também, um ícone do que eu chamaria de "gastronomia romântica" e muitos outros chamam de "cozinha afrodisíaca".

Consiste em peras cozidas numa calda à qual se agregou alguma bebida alcoólica (em geral vinho ou poire) e diversas especiarias, e que são servidas com sorvete de baunilha e calda de ...chocolate quente. Em versões mais sofisticadas, costuma-se agregar delicadas fatias de amêndoas torradas e chantily à receita.

A pêra é uma fruta muito sensual, feminina na alma, no paladar e no estilo. Voluptuosa, ela flerta desejosamente com diversas especiarias e ervas, que a envolvem gerando harmonias sutis, picantes e surpreendentes que convidam a uma viagem pelos sabores. Suculenta, macia, delicada, perfumada, refrescante, seu formato, muitas vezes, é comparado aos seios das mulheres. Ao mescla da pêra com o chocolate, conhecido estimulante do corpo e da alma, beira à perfeição, deixando uma deliciosa e ímpar sensação na boca, que revela os aromas açucarados da pêra, levemente amadeirados, exalados pelo calor do chocolate derretido.

Não foi por menos, que essa combinação sempre inspirou chefs, gourmets e gourmands, assim como aconteceu com o criador da receita da "Poire Belle Hélène", cujo nome, infelizmente, não foi registrado pela História, ao contrário de sua criatura, que ganhou notoriedade mundial com correr do tempo.

O que se sabe, é que foi criada sob a égide do romance e da sensualidade, na Paris do século 19. Vivia-se, então, o apogeu do movimento romântico que, como podemos observar, fez-se presente em todas as artes, inclusive na gastronomia. Mais precisamente, a receita foi lançada por ocasião da estréia, em 17 de dezembro de 1864, da opereta La Belle Hélène, composta pelo alemão Jacques Offenbach, inspirada numa famosa e "caliente" história de amor e sedução - a da paixão de Helena, rainha de Esparta, mulher de Menelau, pelo belo Paris, príncipe príncipe de Tróia, que a leva para seus domínios, provocando a famosa guerra que Homero descreveu na Ilíada.
 
Fonte:Chef Rodrigo Almeida via Facebook











segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Parmigiano Reggiano




O vilarejo de Barco di Bibbiano, situado na província de Reggio Emilia, possui uma placa informando ser a região de origem do produto italiano mais copiado no mundo. Acontece que Reggio Emilia pertence à diocese de Parma, daí o nome: Parmigiano Reggiano.


O Parmigiano Reggiano é um produto DOP (Denominazione di Origine Controllata), o que significa que tem a sua produção regulamentada por uma norma européia, cujo teor é preciso e detalhado, estipulando até mesmo o que as vacas podem ou não consumir. Rigorosíssimo na aplicação e vigilância do regulamento, o Consorzio del Formaggio Parmigiano Reggiano DOP – que representa o conjunto dos produtores autorizados – luta para combater as imitações espalhadas pelo mundo, como no caso brasileiro do “queijo tipo parmesão”. Na União Européia é proibido o uso de qualquer nome que faça menção ao produto. Já não é possível encontrar nos supermercados dos países da UE o “parmesan cheese” de um tempo.

Trata-se, na realidade, de um queijo do tipo “grana”, mas de qualidade superior. A zona de produção encontra-se em uma área com fatores climáticos determinantes e o longo período de maturação influi no preço, também superior aos concorrentes. Sim, concorrentes, pois Parmigiano Reggiano é uma marca registrada. Cada forma pesa, em média, 40 quilos; a coloração interna deve ser “paglierina” (cor de palha) e a massa granulosa e consistente com um mínimo de 32% de gordura; sabor marcante mas não picante. E nenhum, absolutamente nenhum produto químico. Do capim ao prato.


Capim é basicamente o que as vacas podem comer. Nada de uréia, alimentos de origem animal ou restos de culturas. O capim, é óbvio, também não pode ser adubado com produtos químicos. E é todo esse cuidado, aliado ao clima particular, a garantir a qualidade de um produto genuíno e inigualável, numa tradição nascida há séculos.


O leite da ordenha da tarde é guardado até a manhã seguinte, quando vem misturado ao leite da ordenha matinal. Dentro de imensos tachos de cobre, adiciona-se ao leite coalho de vitelo e parte do soro separado no processo de produção do dia anterior, iniciando o processo de cozimento para a coagulação. No final do dia a massa terá sido quebrada (partida) manualmente, com o auxílio de uma espécie de escumadeira gigante, após a sedimentação, separada do soro e transferida para as formas já com as marcas externas que identificam o queijo. Em seguida a forma passa por uma pré-maturação, quando acontece o processo de salgadura por imersão em salmoura e inicia-se a maturação que, no caso do Parmigiano Reggiano, é de dois anos. Durante todo o período de pré-maturação e de maturação as formas são giradas diversas vezes, sistematicamente, o que contribui para a maturação homogênea do produto. O resultado de todo esse empenho tem um diâmetro de 35 a 45 cm e altura de 20 a 26 cm, com um peso mínimo de 30 quilos.



Todo processo de produção comporta riscos. Para evitar oferecer ao consumidor um produto fora dos padrões, cada forma é selecionada e classificada. Uma forma por lote será cortada para um minucioso exame organolético do lote. Todas as formas recebem suaves marteladas em um ritual de controle auditivo; pequenos furos são produzidos na extração de amostras para análises; uma por uma, passam por uma avaliação visual da parte externa e só depois serão classificadas como “scelto sperlato”, “zero” e “uno”, indicadas para comercialização inteiras; “mezzano”, para comercialização em pedaços – que permite descartar as pequenas marcas na crosta; “scarto” e “scartone” são as formas com defeitos considerados graves que serão raladas, após eliminação da parte danificada e comercializadas em embalagens take away – aqueles saquinhos de queijo ralado de qualquer supermercado.

Na Itália, rala-se sobre a massa outros tipos de queijos, além do Parmigiano Reggiano, dependendo do prato e do gosto pessoal de cada consumidor: pecorino – queijo de leite de ovelha – diversos queijos de leite de vaca e até mesmo a ricota, depois de prensada e seca ao forno, mas a grande maioria não abre mão da tradição. Da mesma forma, o Parmigiano Reggiano não serve apenas para ralar sobre o macarrão nosso de cada domingo. Ele entra como ingrediente em muitas receitas; é usado como recheio de massas; pode ser adicionado como cobertura de pizzas ou consumido aos pedaços – escamas – acompanhado por um copo de cerveja ou de vinho. Os médicos italianos aconselham o consumo – sem a cerveja ou o vinho – na maioria das dietas.

A minha sugestão é escolher um pedaço de queijo considerando a quantidade de porções a serem servidas – ou você não terá o que fazer com 40 quilos de queijo. E ralar o queijo no momento em que for usar. Caso seja embalado a vácuo, retire-o da embalagem um dia antes do consumo; do mesmo modo, um bom gourmet irá deixar o queijo – qualquer queijo – à temperatura ambiente uma hora antes do consumo.

Compare com outros queijos para ralar, degustando os produtos em um mesmo momento. Deguste-o puro, sinta o aroma particular e explore os seus sentidos para perceber as diferenças. No final você irá entender porque o Parmigiano Reggiano é o rei dos queijos.

Fonte: Carta da Itália



 
Nhoques de ricota e espinafre



Ingredientes


500 gramas de espinafre (só as folhas)
500 gramas de ricota bem macia
50 gramas de farinha de trigo
50 gramas de Parmigiano Reggiano2 ovos

Sal a gosto


Como Fazer:


Ferva água em uma panela grande. Reserve. Coloque o espinafre sem água em outra panela e cozinhe até murchar. Deixe esfriar e pique em pedacinhos bem pequenos.
Misture a ricota, o espinafre, os ovos, a farinha, o queijo e o sal a gosto. Mexa bem até que todos os ingredientes fiquem bem mesclados. Faça bolinhas do tamanho de uma uva grande. Coloque farinha de trigo em um prato e passe cada bolinha na farinha. Despeje algumas bolinhas na panela com água fervendo e espere as bolinhas subirem à superfície. Retire-as e reserve.


Molho:


2 colheres de sopa de manteiga
Folhas de alecrim
Folhas de orégano fresco


Como fazer:


Aqueça a manteiga até quase dourar. Junte as folhinhas de alecrim e de orégano. Jogue sobre os nhoques, cubra com o  Parmigiano Reggiano e sirva imediatamente.






















































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