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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Brindando 2012

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O tradicional brinde de fim de ano poderá ser melhor ainda se seguirmos os conselhos de alguns químicos franceses, que dizem que o champagne deve ser servido da mesma forma que a cerveja, com a taça "de lado".

Pesquisadores da Universidade de Reims concluíram que a temperatura ideal para o consumo de champagne deve ser de 4°C. Além disso, deve ser servida com a taça inclinada, pois a baixa temperatura e a inclinação correta do copo conseguem diminuir a agitação das moléculas de CO2, que demoram mais tempo para se desprender da bebida, o que é fundamental para o champagne e outros espumantes.

A efervescência formada pelo CO2 dos espumantes ajuda a transferir o sabor, o aroma e a "sensação" da bebida para a boca (para as papilas da língua) de quem degusta.

Os cientistas estudaram a perda de dióxido de carbono no champanhe usando dois métodos distintos. Um envolvendo o derramamento da bebida em linha reta na taça. O outro foi feito com o recipiente inclinado (igualzinho o método utilizado com a cerveja). Concluíram qua a taça levemente inclinada diminui a perda de gás carbônico (CO2) pela metade.

Eles também testaram a quantidade do gás em três temperaturas distintas (4ºC, 12ºC e 18ºC) e observaram que quanto mais baixa, mais o CO2 se mantinha no líquido. O que já se suspeitava pela lei da solubilidade: quanto mais quente a bebida, mais agitadas ficam as moléculas e os gases se desprendem com mais facilidade. Isso explica o porquê de refrigerantes e cervejas borbulharem mais quando não estão gelados.

Essa é a primeira vez que cientistas estudaram especificamente a relação entre a quantidade de CO2 e o sabor e a qualidade da bebida. O estudo foi publicado no "Journal of Agricultural and Food Chemistry", uma revista científica da Sociedade Americana de Química.

O grupo da Universidade de Reims, liderado por Gérard Liger-Belair, tem trabalhado há algum tempo com as bolhas e o sabor do champanhe e de vinhos finos. Em 2009, eles publicaram outro artigo no qual mostraram que o formato da taça - reto (em forma de "flauta") ou ovalado (de "navio") - pode influenciar a capacidade de a bolha se misturar à bebida, alterando seu sabor. Nesse estudo, eles mostraram que a ovalada é melhor.

Agora, a intenção do grupo é desenvolver um modelo matemático completo, que inclua as múltiplas formas de desprendimento do CO2 enquanto o champanhe é servido.

O motivo do interesse pela bebida dos brindes tem uma explicação: a Universidade de Reims fica na região de Champagne-Ardenne, na França. Exatamente onde é que é feita a bebida original, que leva o nome da região.


Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

















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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Polenta com porccini e ragu de linguiça



O cogumelo Porcini ou Cep (Boletus edulis) é um cogumelo muito famoso, consumido principalmente na Europa. Robusto, seu píleo(chapéu) varia de 7 a 30 cm e seu estipe (talo) de 8 a 25 cm de altura, com até 7 cm de diametro, bastante grande se comparado ao píleo.

Quando maduro chegam a pesar 1 kg, porém os Porcinis apreciados por gourmets, são os mais novos.

Podem ser encontrados na Europa e América do Norte. Seu habitat natural são árvores de carvalho ou abeto floresta e frutificam do verão ao outono, na epóca de chuvas constantes.

Seu sabor é descrito como proximo à nozes e sua textura lisa e cremosa. O Porcini é consumido cru, refogado com manteiga, com massas, sopas e muitos outros pratos.

O Porcini de Bordeaux (Cèpe de Bordeaux), cujo nome científico é Boletus edulis é o mais conhecido e muito apreciado pelos gourmets.

O Negro Head (Nègre de Tête), nome científico Boletus aereus é o mais raro e também mais apreciado pelos gourmet e sem dúvida o mais caro.

Mas tudo isso na verdade, é para contar que no Natal ganhei de presente uma cesta com produtos gourmets e um dos ingredientes que me chamou a atenção foi a polenta com funghi porccini abaixo. Não conhecia e para testá-la decidi fazer uma receitinha bem especial, ótima para esse tempo chuvoso. Ah! Se você, assim como eu, não conhecia a tal polenta, você pode encontrá-la aqui. Com certeza comprarei muitas outras!




Mas vamos ao que realmente interessa... Sou apaixonada por ragus. Até já  falei sobre eles aqui. E um ragu com polenta é uma combinação mais que perfeita. Por isso a receita escolhida foi a que postarei em seguida:

 




Polenta com porccini e ragu de linguiça


Para o Ragu de linguiça, usei a receita do  Olivier Anquier:

Ingredientes:

Azeite extravirgem
100g de pancetta (ou bacon)
900g de tomate
5 folhas de louro frescas
2 colheres (sopa) de orégano
1 colher (sopa) de alecrim
450g de linguiça
5-6 dentes de alho

Modo de preparo:

Pré-aqueça uma assadeira em um forno a 180 ºC. Regue com azeite de oliva e disponha a pancetta (ou bacon) sobre o tabuleiro. Retorne ao forno até que a pancetta esteja crocante e dourada. Empurre a pancetta para o lado e adicione as folhas de louro, o orégano e o alecrim na gordura.


Coloque os tomates na assadeira e volte ao forno por uns cinco minutos, até que a pele dos tomates comece a soltar. Retire a pele dos tomates. Misture tudo gentilmente para não quebrar os tomates.

Regue as linguiças com azeite e coloque-as na assadeira. Empurre para baixo para juntá-las ao tomate. Espalhe os dentes de alho (sem descascar) pela assadeira. Adicione um fio de azeite e uma pitada de sal e pimenta. Retorne a assadeira ao forno a 180 ºC por uma hora, virando as linguiças uma ou duas vezes.

Pronto o ragu, a polenta foi preparada da maneira tradicional, seguindo as recomendações do rótulo.



E para deixar o prato além de delicioso, super charmoso, a sugestçao é servir em ramequins, porções individuais. Basta colocar uma porção da polenta, cobrir com o ragu e.... Ah! Sem se esquecer de cobrir com um bom queijo radado e levar ao forno até que o queijo derreta.































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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Livro une decoração, cozinha e famosos





Arquitetura, gastronomia e o mundo das celebridades se encontram no livro Design Gourmet – Arquitetura Brasil, lançamento da editora Magma Cultural. Organizado por Luiz Felipe Helde Aranha Moura – com textos de Maiá Mendonça e fotos de Gabriel Matarazzo -, a obra parte da curiosa reunião de renomados arquitetos, chefs e pessoas famosas para contar a história da cozinha no mundo, com ênfase no Brasil.

As imagens revelam chefs, arquitetos e celebridades reunidos em clima de descontração em diversas cozinhas, mostrando desde o cardápio e as receitas até o projeto arquitetônico e o décor.

Entre os destaques, Leo Botto apresenta a sua arte para Isabella Giobbi e Cássia Ávila em um ambiente projetado por Beto Galvez e Norea de Vitto. Em outro, o estilista Ricardo Almeida é recebido por Mazzo França Pinto na cozinha de estar, de Clarisse Reade. Já a modelo Carol Ribeiro e o estilista Lino Vilaventura, ambos paraenses, matam as saudades de sua terra com o conterrâneo Sérgio Leão na cozinha de Leo Shehtman.

Em um encontro nipônico, o arquiteto Ruy Ohtake abriu as portas de um de seus projetos para que o chef Jun Sakamoto apresentasse sua arte. O comandante da cozinha do Fasano, Salvatore Loi, e o sommelier do restaurante, Manoel Beato, se unem no ambiente criado pelo arquiteto João Armentano para saborear uma gema de ovo marinada com batatas defumadas e queijo de cabra. A dupla Attilio Baschera e Gregório Kramer saboreiam as iguarias de Alex Atala, proprietário do sétimo melhor restaurante do mundo, na cozinha gourmet de Dado Castelo Branco.

Design Gourmet sem dúvida deixará você com vontade de cozinhar ou reformar a cozinha. Ou ambos.

Foi este o presente que comprei para meu amigo oculto de Natal. Acho que ele vai adorar!

Veja algumas fotos aqui

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Quindim de Iaia....ou Brisas do Lis.



O docinho de festa preferido do meu pai era o Quindim. Para quem não sabe, Quindim é um doce que tem como ingredientes gema de ovo, açúcar e coco ralado.  Quem conhece e não gosta destes docinhos amarelinhos e brilhantes que povoam o imaginário infantil? Pra mim Quindim tem a cor da infância... Podia escrever  vários posts sobre as lembranças que provocam em mim.A palavra quimdim é de origem africana e siginifica dengo,encanto; Bem apropriada ,não é mesmo?

Porque encanto é a palavra certinha para quando vemos esta delícia na mesa a nossa espera. Encantada era como ficava toda vez que chegava na casa da Geralda, doceira mais famosa de Ponte Nova, terra onde nasci, e via os quindins já prontos sendo embalados. E ela ainda punha uma uva passas em cada um deles... Coisa linda de se ver e de comer!

A receita que utiliza coco ralado é originária do nordeste brasileiro, diferente da receita portuguesa, conhecida como brisa-do-Lis,que no lugar do coco ralado utiliza amêndoa.Diz-se originária da Leiria, às margens do rio Lis.
Ir a Leiria e não comer as Brisas do Lis, é como ir a Roma e não ver o Papa...

A origem das Brisas é bastante antiga, tendo começado a ser confeccionadas no antigo convento de Santana, já demolido, onde as freiras se didicavam ao fabrico desta iguaria. O segredo da receita, ao que consta, foi passado por uma freira a uma senhora que frequentava as cerimónias realizadas no tal convento, e que nessa época era proprietária dum cafe de nome "Colonial", que ainda hoje existe e que é o mais antigo e conhecido por todos os Leirienses.

Mas voltando aos Quindins... Quindim de qualidade tem que ser feito com coco fresco ralado.Isto faz a diferença.Dá trabalho,mas vale a pena. Sem falar que hoje em dia temos processadores...Pior era a Geralda (a doceira da minha infância) que precisava de pegar o ralador  e imagino que muitas vezes ralava os dedos nesta empreitada.

Vejam abaixo as duas receitas, escolham a que mais agradar e deliciem-se!




Quindim de Iaiá

10 gemas em temperatura ambiente
10 colheres (sopa) de côco fresco ralado
10 colheres (sopa) de açúcar
1 coher (sopa) de manteiga em temperatura ambiente

Modo de fazer:

Misture bem os ingredientes numa tigela, de preferência de vidro ou inox, não precisa bater na batedeira. Unte muito bem com manteiga, forminhas de alumínio, de quindim ou empadas e depois coloque bastante açúcar refinado até que cubra toda a manteiga. Essa etapa deve ser feita com cuidado para que toda a superfície da forminha fique muito coberta com a manteiga e o açúcar, senão não desenforma bem após assado.

Leve para assar em banho-maria, fogo médio, até que a parte de cima esteja dourada. Retire do forno, e coloque as forminhas num local para esfriarem. Quando estiver totalmente frio, com o auxílio de uma faca de ponta, vá desgrudando os docinhos, cuidado para não “machucar” o doce. Desenforme e coloque em forminhas ou pratinhos para servir.




BRISAS DO LIS

INGREDIENTES

400g de açúcar
2 colheres (sopa) de manteiga derretida
8 ovos
200g de amêndoa pelada picada não muito fina
manteiga e açúcar (para untar e polvilhar)

PREPARAÇÃO

Pré-aquecer o forno a 180ºC e untar as forminhas metálicas com manteiga e polvilhar com açúcar.

Numa vasilha misturar o açúcar com a manteiga. Juntar os ovos e mexer bem com a vara de arames. Acrescentar a amêndoa e mexer.

Encher as forminhas até em  cima (a massa não cresce) e levar ao forno a 170ºC num tabuleiro em banho-maria, durante 30min, ou até a superfície estiver seca e acastanhada.

Retirar do forno e do banho-maria e deixar esfriar uns minutos.

Desenformar ainda mornas e deixar esfriar.

Quando frias, aparar a base e colocar sobre forminhas de papel plissado (n.º 6).
Rende 20 unidade em forminhas de 60ml.
































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sábado, 17 de dezembro de 2011
Tempo de Panetone




Com o Natal se aproximando, parece que por onde passamos sentimos cheiro de panetone no ar!

O panetone é um alimento tradicional da época de Natal de origem milanesa, do norte da Itália. Várias lendas tentam explicar a sua origem. O pão doce de natal possui fragrância discreta de baunilha e recheio de frutas secas tais como damasco, laranja, limão, figo, maçã, cidra e a uva passa.Durante sua fabricação a massa passa por um processo de fermentação natural que busca garantir que o panetone fique com uma consistência macia.  


A palavra panetone (do italiano panettone) tem sua origem no vocábulo milanês panattón, de origem e significados controversos.

Conta a história mais famosa sobre a criação do panetone, que um jovem morador da cidade de Milão no século XV, apaixona-se pela filha de um padeiro, buscando uma maneira de surpreender o pai da moça, que não aceitava o namoro, ele se disfarça de ajudante de padeiro e cria um pão doce. O pão tornou-se destaque na padaria pelo seu tamanho incomum para a época e por apresentar, no seu ápice, a figura moldada de uma cúpula de igreja.

O jovem criador desta deliciosa receita, hoje apreciada por pessoas de diversos países, atribuiu a autoria da receita a Toni, o pai da moça. O movimento da padaria cresceu significativamente e os clientes pediam pelo "pão de toni". O nome deste pão doce sofreu algumas modificações, até ser denominado como atualmente: panetone.

Não se sabe se esta lenda é verídica ou não, no entanto, a autêntica receita do panetone aprimorou-se pelos séculos, através de novas técnicas de preparação e melhoria das matérias primas utilizadas. Milão, cidade localizada ao Norte da Itália, foi a grande irradiadora da tradição de consumir panetones nas festas natalinas, a qual estendeu-se para as cidades do sul da Itália e alastrou-se para os demais países do mundo.

Nos últimos anos os panetones tradicionais vem dividindo espaço nas prateleiras com panetones recheados de mousse de chocolate preto e branco, floresta - negra, coca-cola, sorvete e as duas últimas invenções doce de leite e goiabada. A invenção do jovem italiano se adaptou aos gostos brasileiros e virou febre no nosso natal


Receita de Panetone caseiro

Para quem nao dispensa um panetone principalmente no Natal, vale testar uma das receitas abaixo:

Receita 1

 
Ingredientes

•1 kg de farinha de trigo peneirada
•3 ovos (grandes)
•1 copo americano de açúcar
•1 pitada de sal (se a margarina for sem sal)
•2 colheres de sopa de manteiga (ou margarina)
•250 ml leite morno
•50 g de fermento biológico (padaria)
•300 g de frutas cristalizadas (ou cubos de chocolate)
•250 g de uvas passas (de preferencia sem sementes)
•20 ml de essência de panetone (opicional)
•Raspas de 1 limão


Preparo

1.Coloque no liquidificador os ovos, o açúcar, a manteiga (margarina), o leite e o fermento, a essência, bata bem (aproximadamente 30 segundos)

2.Em um recipiente grande, coloque a farinha peneirada, abra um furo no centro da mesma, acrescente os ingredientes batidos

3.Amasse bem até soltar das mãos, se preciso, coloque um pouco mais de farinha, mas cuidado, a massa não deve ficar muito dura

4.Depois, coloque os demais ingredientes (frutas, uvas passas e raspas do limão)

5.Distribua em formas tipo pudim com furo no centro, untadas com margarina, até a metade da assadeira, pois cresce bastante

6.Deixe crescer até dobrar de volume, faça um corte em X em cima da massa, pincele gemas batidas, e coloque para assar , até dourar

Informações Adicionais

1.Nota: se optar por usar forma de papel própria para panetone, vendida em casas do ramo, untada com margarina também pode!


Receita 2




Ingredientes:

• 2 colheres de sopa de açúcar de confeiteiro
• água
• 1 colher de café de castanhas
• 1 colher de sopa de essência de panetone
• 800 g de farinha de trigo
• 30 g de fermento
• 1 colher de frutas secas
• 1 colher de leite desnatado
• 1/2 colher de margarina light
• 3 ovos
• 1 colher de chá de sal
• suco de 1 laranja

Preparo:

Junte o fermento, os ovos, o suco de laranja, o leite desnatado, a água morna, a essência de panetone e o sal no liquidificador, e deixe bater bem até obter uma massa homogênea, tendo o cuidado de desligar na metade do processo para acrescentar o açúcar. Junte as frutas, as castanhas e a farinha aos poucos e misture bem com as mãos até obter uma massa lisa e mole. Coloque numa forma própria para panetone e deixe descansar (deixe crescer até a massa transbordar). Depois leve ao forno, pré-aquecido, durante 40 minutos. Se quiser embalar, espere 24 horas.







































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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Sachertorte



Bastante apreciada desde 1832, quando o mestre doceiro Franz Sacher desenvolveu a receita na Áustria, a torta é recheada com geléia de damasco e tem uma massa especial de chocolate, a típica massa Sacher. Conta a história que a receita foi criada para um banquete oferecido em 1832 pelo príncipe Klemens Wenzel Lothar Metternich, artífice da Santa Aliança, organização multinacional instalada para impedir qualquer revolta nacionalista e liberal na Europa. Em Viena, a torta é conhecida pelo hotel que leva o mesmo nome.







Sachertorte do Artur Sauer (Roux Bistrô)

Ingredientes torta

6 ovos (gemas separadas das claras)
3 colheres de sopa de manteiga sem sal
1 barra (cerca de 500 gramas) de chocolate meio amargo
12 colheres de sopa de açúcar
12 colheres de sopa de farinha de trigo peneirada
1 pitada de sal
1 colher de sobremesa de baunilha
1 colher de sobremesa de fermento
Cobertura de chocolate a gosto (vide receita abaixo)
Geleia de damasco a gosto (de preferência, com pedaços de fruta)

Ingredientes cobertura

500 gramas de creme de leite fresco
300 gramas de chocolate meio amargo
100 gramas de cacau em pó

Como fazer a torta

Aquecer o forno a 200 graus (médio). Picar o chocolate, e derretê-lo em banho-maria. Bater, com batedeira, a manteiga (à temperatura ambiente) com metade do açúcar, o chocolate derretido, as gemas, o sal e a baunilha até formar um creme leve. Em outra tigela, bater as claras em neve; aos poucos, misturar o açucar para fazer uma espécie de suspiro. Misturar, cuidadosamente, com uma colher de pau, as claras à mistura de açúcar e chocolate. Por último, adicionar a farinha de trigo peneirada e o fermento.

Assar a 200°C em fôrma untada e enfarinhada por cerca de 20 minutos. Cortar o bolo ao meio (com a ajuda de um fio de linha) para recheá-lo com geléia de damasco.

Como fazer a cobertura

Ferva o creme, coloque o chocolate picado e mexa coma ajuda de um batedor até o chocolate derreter. Adicione o cacau e deixe em fogo médio até engrossar, mexendo sempre até o creme fica homogêneo.

Montagem: dispor a torta recheada no prato, regar calda de chocolate derretida, e servir com uma xícara de sorvete de baunilha.


Roux Bistrô
Al. MInistro Rocha Azevedo, 1101, Jardins
Fone: 011-3062-3452





























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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Dica do chef gelatier Cássio Marcelo



O chef gelatier Cássio Marcelo da  Sorveteria Alaska Premium de Cuiabá também nos presenteou com sua sugestão de presente para o Natal.

Responsável pela criação do diversificado cardápio com mais de 160 sabores de sorvetes da Alaska, Cássio acredita que as pessoas apaixonadas pela cozinha poderão gostar de ganhar aventais bem transados e dolmas diferentes no Natal.





Que tal então os modelos da San Chef?! É lá que chefs renomados como Claude Troisgros, Roland Villard, Roberta Sudbrack e Checho Gonzales abastecem seus closets. Mas mortais amantes da gastronomia também freqüentam o salão de 500m2 da empresária e estilista Cláudia Sanmartin Guerra, em busca de mimos como o avental utilitário ou a calça com estampa de pimenta malagueta - que são, aliás, um ótimo presente de Natal. Outro sucesso absoluto da loja são os sapatos crocs em versão gourmet (R$ 124 o par), que só a San Chef revende na cidade.






Valeu pela dica chef! Mas dica melhor que esta, para quem passar por Cuiabá é experimentar o sorvete de whisky e manjericão ou o sorvete passione,uma mistura de mascarpone, doce de leite argentino e castanha de caju criados por Cássio.




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sábado, 3 de dezembro de 2011
Dicas preciosas de presente por Elen Casagrande





Dona de um sorriso cativante e prestativa ao extremo,  a Designer e Chef Any Elen Casagrande nos presenteou com duas sugestões de presente de Natal incríveis. Confesso que não existe a menor possibilidade de um aficcionado por cozinha não se apaixonar pelo presentes sugeridos por Elen.

 
A primeira sugestão,  a defumadora caseira da marca belga Demeyer  é considerada "genialíssima" por Elen.



A defumadora com tampa e grelha da marca belga Demeyere, encontrada para venda no próprio Bistrô & Café Escola do Pão, tem design e alta performance.Quem não se alegraria com um presente desses?!


Outra sugestão da Chef foram as panelas Staub, francesas feitas uma por uma em ferro fundido. Segundo Elen, sua paixão.

Inovadoras em questão de design, as panelas Staub são feitas de ferro fundido esmaltado. O ferro fundido mantém e distribui o calor por um longo período de tempo, é excelente para o cozimento lento de carnes (slow cooking) e perfeito para iniciantes e profissionais da cozinha.

O fato de ser esmaltado aumentando a durabilidade, não descolora e nem enferruja, resiste a trincas e permite o uso imediato.


O design quadrado do bule acima, faz com que seja um objeto de desejo. As cores de outros modelos, vermelhas, amarelas, azul as tornam objetos de decoração de cozinha, muito mais que simples panelas.Elas também podem ser encontradas no Bistrô Escola do Pão.

E no próximo post a última sugestão de presente de Natal, desta vez,presente do chef gelatier Cássio Marcelo.



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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Presentes de Natal por Chef Andre Boccato




O neto de italianos que começou como fotógrafo e jornalista e é hoje referência na gastronomia brasileira, André Boccato, foi muito gentil e atendeu protamente ao nosso pedido.

Dono da Livraria Gourmet, da Editora Bocatto e  do selo Cooklovers, André sugere dois livros como opções para presentear no Natal.





Um livro considerado sensacional pelo Chef André é o 100 Garrafas Extraordinárias da Mais Bela Adega do Mundo
Neste livro o autor desvenda o patrimônio privilegiado do notável colecionador Michel-Jack Chasseuil, dono de uma das adegas mais extraordinárias do mundo, com aproximadamente 35 mil garrafas, dentre as quais algumas que datam do século XVIII e leva o leitor a conhecer o seu esconderijo.




Chasseuil viu nesta obra a oportunidade de nos contar a história de sua paixão e de sua busca frenética por garrafas raras ou esquecidas. As variedades de uvas, a produção, as melhores safras, as notas de degustação...


Realmente uma sugestão de presente fantástica para os apaixonados, apreciadores, simpatizantes ou mesmo os curiosos conhecerem as 100 garrafas preciosíssimas da mais extraordinária adega do mundo.


Outra sugestão de André Bocatto foi o livro Doces - Maison Ladurée da editora Senac.



 
Dos biscoitos aos bolos, passando pelas tortas e doçuras, este livro de receitas desvela os grandes clássicos da Maison Ladurée. Até o famosíssimo macaron revela os seus segredos! Ao longo de suas páginas, uma gama de sabores refinados e as encantadoras cores Ladurée: rosa-antigo, verde-pastel, lilás... Quando o belo e o saboroso se aliam para o prazer de todos os gourmets. Edição de luxo: uma caixinha de bombons que se transforma num livro para ter e dar de presente.


Agora, perguntado sobre o que gostaria de ganhar de presente, André foi bem rápido na responta:" O que adoraria ter é uma "máquina de aromatizar ambiente" , existe isso ?"



Existe sim chef! E aqui vão algumas opções interessantes que atenderão sua expectativa!

A primeira delas não é bem uma máquina...Mas é uma opção de aromatizador super charmosa! Um pendrive que quando conectado ao computador, exala um aroma de sua escolha.



O produto chama-se Scent Drive e consiste em um pendrive de 4 GB, compatível com Windows e Mac OS. São nove diferentes modelos com diferentes cores e perfumes. O gadget mede 60mm x 19mm x 8mm e pesa apenas 20g. A sua taxa de leitura é de 13MB/s e 10MB/s de escrita.

O pendrive está a venda no site da empresa por US$33,00.


Uma outra opção, não para levar no bolso, mas para usar em diversos ambientes seria  o Sistema de Limpeza Robot. O pó está por toda parte, não importando o quanto limpamos, mas sim o como. O Sistema de Limpeza Robot remova poeira e ácaros, prevenindo assim, reações alérgicas e problemas respiratórios! Também lava, desinfeta e aromatiza o ar, tornando o ambiente mais agradável!



E como terceira opção para agradar ao amigo André Bocatto e a todos que curtem um cheiro de perfume no ar, citamos o Aromatizador de ar Colônia, grande novidade para perfumar os ambientes. De fácil instalação, deixa no ar um leve aroma de diversas fragâncias. ( jasmim, violeta, dove,  uva, melão, melancia e outros).

O que será que a  Chef Ellen Casagrande vai nos sugerir? Isto fica para o próximo post...







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