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quinta-feira, 31 de maio de 2012
Circuito de Cafeterias BH 2012




De 24 de maio a 24 de julho, Belo Horizonte recebe a segunda edição do Circuito de Cafeterias. A proposta do evento é reunir as melhores cafeterias da cidade em uma rota especial, para fazer com que o público mineiro conheça não só as lojas especializadas, como também os produtos preparados a base de café exclusivamente para o evento.

No seu segundo ano consecutivo, o Circuito já comprova expansão da ideia. Antes com 18 participantes, o evento agora registra 25 cafeterias inscritas na sua 2ª edição. Cada uma das cafeterias envolvidas na rota criou uma receita exclusiva à base de café para participar do Circuito. No cardápio especial, drinks, bolos, mousses e sobremesas!

Neste ano, as cafeterias preparam bebidas, sobremesas e doces à base do produto e, além de agradar o paladar, têm também a missão de mostrar a diversidade do café.

Além de criar uma rota das cafeterias de BH, o Circuito vai oferecer aos apreciadores da bebida a oportunidade de conhecer os mais diversos produtos. Além disso, os organizadores esperam que o evento fomente negócios e movimente o mercado da capital mineira.





Confira a lista das cafeterias participantes e dos produtos oferecidos por cada:


3 Corações
No Cardápio do Circuito: Café Robusto (R$ 11)

Benvenuto Caffè
No Cardápio do Circuito: Café Veneto (R$7,90)

Benzadeus Café
No Cardápio do Circuito: Café & Arte (R$13,80)

Café Biografias
No Cardápio do Circuito: Café de Coco (R$ 6,50)

Café Book 
No Cardápio do Circuito: “Meu pé de laranja-lima” (R$6,90)

Café com Letras 
No Cardápio do Circuito: Ópera (R$11)

Café Kahlúa 
No Cardápio do Circuito: Café Magnólia (R$11)

Café Verdemar 
No Cardápio do Circuito: Coquetel Verdemar Irish (R$11,50)

Califórnia Coffee
No Cardápio do Circuito: Moka Maltine (R$9,50 médio e R$11,90 grande)

Cappuccini 
No Cardápio do Circuito: Caramel Machiatto (R$7,50)

ChocoLeio: Cafeteria, Chocolateria e Livraria 
No Cardápio do Circuito: Pudim de café e chocolate com calda de baunilha (R$10)

Dia de Ler 
No Cardápio do Circuito: Morango Café Gelatto (R$ 9,90)

Fusion Du Chocolat 
No Cardápio do Circuito: Brownie de Cappuccino (R$9,80)

Is Gourmet 
No Cardápio do Circuito: Cappuccino gelado com ovomaltine (R$8,90)

Mineiriana Café 
No Cardápio do Circuito: Café Shake com Pimenta (R$9,90)

Mr. Black Café Gourmet 
No Cardápio do Circuito: Café na French Press (R$6)

Naty’s Café  
No Cardápio do Circuito: Moccha Tropical (R$7,70)

Padaria Vianney 
No Cardápio do Circuito: Rocambole Estrada Real (R$ 3,29 /100g)

Picaglia Livraria Café  
No Cardápio do Circuito: “Lanterna dos Afogados” (R$10,90)

Sá Garcia Café Gourmet 
No Cardápio do Circuito: Sá Laranja com Chocolate (R$9,80)

São Benedito Café & Bistrô 
No Cardápio do Circuito: Brownie de café com sorvete de creme e calda de café (R$ 8,50)

Scada Café
No Cardápio do Circuito: Ice Moccha (R$10,50)

Thé Caffe Chás e Cafés  
No Cardápio do Circuito: Mocha Oriente (R$10,30)

Vanilla Caffè
No Cardápio do Circuito: Coconut Freddo (R$10,80)

Villa Café 
No Cardápio do Circuito: Villa Sunrise (R$9,90)

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terça-feira, 29 de maio de 2012
A cafeteira mais simples do mundo, além de super charmosa é amiga do planeta


Criada em 1933, pelo italiano Alfonso Bialetti, a Moka Express, ou cafeteira italiana como é mundialmente conhecida, é uma dessas invenções que nunca saem de moda. A diferença fundamental delasé que o café é passado de baixo para cima sobre uma fonte de calor, geralmente o fogão.




Na época em que foi criada, a cafeteira italiana, que pode ser encontrada em cerca de 90% dos lares italianos – e em muitos brasileiros também -, era simples e compacta. A afirmação de Bialetti era que sua criação “não exigia qualquer habilidade”. Segundo muitas mulheres, na época de sua criação, tratava-se da cafeteira que até os homens sabiam usar.

Possui um design simples e robusto, além de ser um produto que dificilmente ficará obsoleto, prova disso é que seu design se mantém praticamente intacto desde a concepção em 1933. Desenvolvida em alumínio e plástico, sua fabricação está ligada às mudanças sociais, tecnológicas e econômicas da década de 30.Juntamente com a ascensão do fascismo, ocorreu a revolução nos hábitos de consumo dos italianos. Nesta época, o que mais se tornou conhecido foi o método italiano de preparar café em casa.


Bialetti apresentou um sistema inovador de fazer café. A água passa pelo pó de baixo pra cima sobre uma fonte de calor, ou seja, a boca do fogão alcança o filtro e a bebida fica armazenada na parte superior da cafeteira. Sua simplicidade na hora de limpar e guardar transformou-a em um item indispensável e ótimo para decorar a cozinha.



Além de possuir um charme inegável, sua história é curiosa. Seu criador, Alfonso Bialetti, realizou diversos testes antes de lançá-la, inspirando sua criação em uma máquina de lavar roupas.



Mas foi apenas nos anos 50, preocupados com a estética da cafeteira, que a família Bialetti decidiu criar o logo do produto: o homenzinho de bigode – na verdade uma caricatura de Alfonso Bialetti -, que se tornou a verdadeira marca da Moka.


 A cafeteira clássica é de alumínio e seu corpo é dividido em dois compartimentos. A água fria é colocada embaixo. Ao ferver, sobe por um tubo central, molha o pó de café e passa pelo filtro. A bebida pronta fica no reservatório na parte superior. São vários tamanhos da cafeteira. Tem para 1, 3, 6 e 12 cafés, por isso mesmo ela é econômica. Você faz o café na medida.

Dica de italianos ortodoxos: a parte interna (superior e inferior) não devem ser lavadas com sabão, palha de aço ou esponjas abrasivas. Com o tempo, ela vai ficando escura por dentro, o que é normal. Aliás, é isso que vai garantir a evolução no sabor do café.

Acredita-se que, desde seu lançamento, tenham sido fabricadas mais de 300 milhões de unidades. Foi assim, com este sucesso absoluto, que a cafeteira conseguiu, e ainda consegue, espalhar fãs por todo o mundo.


Trazendo o tema à atualidade, podemos também perceber que  usar uma cafeteira italiana contribui para um mundo auto-sustentável . Como assim?! Basta ler a matéria abaixo, retirada de “Mude o Mundo”, que você entenderá.




"Criada em 1933 pelo italiano Alfonso Bialetti, a cafeteira italiana, ou “Moka”, é uma dessas invenções que nunca sai de moda. Presente em mais de 200 milhões de lares, a tradicional cafeteira apresenta diversas vantagens se comparada com as modernas cafeteiras elétricas:



1.Não utilizam filtros de papel, o que significa menos resíduos (e menos fabricação, embalagem e transporte de um agregado desnecessário);



2.São feitas quase inteiramente de alumínio, material altamente reciclável;



3.Sua técnica utiliza pressão, imitando o funcionamento de uma máquina de expresso, e com isso consegue um café mais encorpado e aromático usando menos pó;




4.Vão direto ao fogão, sem consumo de energia elétrica;




5.Seu design simples e robusto – ao total são somente 9 componentes – garante a durabilidade e uma cadeia produtiva mais eficiente (menos cabos, menos componentes elétricos, menos botões. E a ausência de vidro é garantia de menos embalagem de proteção durante o transporte);




6.Pode durar toda uma vida, considerando a troca esporádica do selo interno de borracha;




7.Os diversos tamanhos disponíveis permitem que você escolha o mais adequado às suas necessidades ou estilo de vida;




8.É um produto que dificilmente ficará obsoleto (diferentemente de algumas cafeteiras que são verdadeiros “gadgets”)., prova disso é que seu design se mantém praticamente intacto desde a concepção em 1933.




É claro que mudar a forma como se faz o café pode ser uma atitude pequena, mas é através dessas pequenas ações individuais que se cria consciência de coisas maiores a fazer."
Agora, se este papo todo te deixou com vontade de preparar um café fresquinho na sua cafeteira italiana, aproveite e siga as dicas de Vicente Falconi Campos, o papa da qualidade no Brasil, que ensina abaixo como fazer café.  Pois bem,segundo ele, no caso do café italiano feito com a moka, alguns cuidados devem ser tomados para que o café fique gostoso. Eis as dicas.




1) A qualidade dos produtos: escolha um bom café. Se possível, moído na hora.




2) A água também é fundamental. Aquela de torneira pode servir, se não for muito rica em minerais e tratada adequadamente. Na Itália usa-se água mineral: a da torneira contém muito calcário, o que influi negativamente no sabor do café. Encha a base com água até a válvula de segurança (é uma pequena panela de pressão). Não tente adiantar o processo: use água fria. A paciência é um ingrediente fundamental para um bom café.




3) Coloque a cuba dentro da base já com água.




4) Coloque o café dentro da cuba, sem usar a colher para apertar o pó. Faça um pequeno monte e deixe que a parte superior da cafeteira se ocupe de ajeitar o café na cuba. Com pouco pó a água passa muito depressa e não produz um café saboroso; com muito, o pó se compacta e impede uma perfeita circulação da água, vazando pela lateral antes de passar pelo filtro interno.
5) Feche bem a cafeteira para evitar vazamentos. Caso aconteça de vazar café pela lateral, não abra a cafeteira pois a pressão poderá provocar um acidente. Coloque a moka embaixo da água fria e deixe perder a pressão antes de lavar e recomeçar toda a operação (bem-feito! quem mandou usar água quente).




6) A chama deve ser pequena. Não deve ter um diâmetro superior à base da cafeteira, ou o fogo queimará o pó, tornando o café amargo. Na Itália os fogões vêm equipados com uma boca pequena apropriada para o café. Fogo alto só irá fazer com que a água passe muito rápido pelo pó, resultando num café de má qualidade. Paciência…




7) A tampa da cafeteira deve permanecer aberta para evitar que os gases produzidos prejudiquem o sabor final. Por medida de segurança, deixe a tampa fechada nas primeiras vezes. Com o tempo poderá decidir se abri-la ou não.




8) O café subirá lentamente, proporcionando um perfume e ruído característicos.




9) Antes de servir, mexa o café dentro da cafeteira. No fundo há o café produzido no início, mais denso; no alto, um café mais líquido mas não menos importante, pois contém as substâncias liberadas por toda a passagem da água.




10) Lave imediatamente a cafeteira. Todos os produtores de café e de cafeteira recomendam não usar detergente para a limpeza, mas somente abundante água corrente (determinação vista com muita desconfiança e solenemente desrespeitada por um povo maníaco por limpeza como o brasileiro).

11) Guarde o café restante na porta da geladeira (local menos frio, mas igualmente capaz de preservar todos os aromas e sabores do produto) dentro da própria embalagem. Mas antes, providencie o fechamento hermético da embalagem.

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sábado, 26 de maio de 2012
CROISSANT

Croissant é uma palavra francesa que significa crescente. Identifica um pão característico, de massa folhada em formato de meia-lua, feito de farinha, açúcar, sal, leite, fermento, manteiga e ovo para pincelar.


Sua origem é atribuída aos padeiros de Viena, onde era conhecido pelo nome de Kipferl desde o século XIII, sendo feito de tamanhos variados. Segundo a tradição, em 1683 (Batalha de Viena), enquanto trabalhavam à noite, estes ouviram o barulho que o inimigo otomano fazia ao cavar um túnel, e ao dar o alarme sobre o que estava acontecendo, conseguiram impedir o êxito do ataque. O formato em crescente seria alusivo à bandeira do Império Otomano. Os franceses ainda hoje chamam este tipo de pão amanteigado de "viennoiserie’’.

Alguns pesquisadores atribuem sua invenção ao comerciante vienense de origem polaca Franz Georg Kolchitsky que vivia em Constantinopla. Esse homem conheceu o café nessa cidade em 1475 e, com cerca de 500 sacas do produto abandonadas pelos Turcos após derrota em batalha, abriu um "café" onde passou a servir a bebida. Aí, para acompanhar o café, inventou esse pão em formato de crescente
Maria Antonieta, originária de Viena, introduziu e popularizou o croissant na França, a partir de 1770, onde hoje é um elemento tradicional do desjejum matinal com uma boa xícara de café com leite. Os nutricionistas recomendam moderação, no entanto, pois contém metade de seu peso em lipídios.
História à parte o segredo do croissant está na massa, que deve ser semifolhada. A massa semifolhada possui menos gorduras, menos dobras e leva fermento biológico. As dobras são responsáveis pela separação da massa e das camadas de gordura que proporcionam a "folhagem" do croissant.



Um bom croissant deve ter um bom aspecto, como uma lua em quarto crescente, com uma crosta crocante e uma bela cor dourada. As pontas devem estar descoladas do meio, e o miolo deve ser alvo, aerado, e mostrar a consistência certa.



Os defeitos mais comuns são ser engordurado, pelo uso de manteiga de menor qualidade; massa com sabor muito doce por utilizar muito açúcar para mascarar ingredientes medíocres; cor sem uniformidade, por defeito do forno.

Aprenda aqui o passo-a-passo da massa de croissant do Olivier Anquier

E que tal correr para a cozinha e preparar esta delícia usando a receitinha abaixo?!



Para a massa

Ingredientes

750 ml de leite
70 g de fermento biológico
1 colher (sopa) de sal
3 colheres (sopa) de açúcar
3/4 xícara (chá) de manteiga
10 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo

Modo de preparo

1. Separe os ingredientes pedidos na receita.
2. Num recipiente bem grande, coloque o sal e sobre ele acrescente a farinha de trigo e o açúcar.
3. Acrescente a manteiga e misture com as mãos até obter uma farofa.
4. Junte o fermento, esfarelado, diretamente sobre a massa ou, se preferir, dissolva-o no leite. Atenção: o leite não deve ser aquecido.
5. Acrescente o leite aos poucos na massa e aperte bem com as mãos. Trabalhe a massa até que se desprenda totalmente das mãos, ou seja, até ficar lisa e uniforme.
6. Coloque a massa sobre uma assadeira grande, cubra com filme plástico e leve à
geladeira por 30 minutos.
7. Enquanto a massa descansa, comece a preparar a base de manteiga

Para a base de manteiga

Ingredientes

3 1/2 xícaras (chá) de manteiga
1 xícara (chá) de farinha de trigo

Modo de preparo

1. Separe os ingredientes pedidos na receita.
2. Misture a manteiga com a farinha de trigo até obter um creme homogêneo.
3. Forre uma assadeira pequena com filme plástico. Acrescente o creme de manteiga sobre o filme, dentro da assadeira, e espalhe com uma colher. Cubra o bloco de manteiga com filme plástico e leve à geladeira. Deixe até que a manteiga fique dura.

Para o recheio e montagem

Ingredientes

400 g de presunto em fatias
400 g de muçarela em fatias
1 gema
1 colher (sopa) de leite

Modo de preparo

1. Retire a massa da geladeira e retire o filme plástico. Polvilhe uma superfície limpa e lisa com farinha de trigo.
2. Abra a massa com um rolo. Atenção: a massa deve ficar na forma de um retângulo que deve ser 1/3 maior que o tamanho do creme de manteiga!
3. Retire o creme de manteiga da geladeira, que deve ser firme, despreze o filme plástico, e coloque-o sobre a massa. O bloco de manteiga deverá ser colocado a partir de uma das extremidades da massa, ou seja, ele deverá ocupar 2/3 da massa.
4. Puxe a parte da massa que não foi coberta com a manteiga e leve-a até a metade do bloco de manteiga. A massa deverá ficar por cima da manteiga. Agora puxe a extremidade de massa, que possui manteiga e coloque-a sobre a massa que foi puxada anteriormente. Dessa forma a massa deverá ficar na forma de um envelope e com 1/3 do tamanho original.
5. Embrulhe a massa novamente com filme plástico e leve-a a geladeira por mais 30 minutos. Após os 30 minutos retire a massa da geladeira, retire o filme plástico, polvilhe a superfície com farinha de trigo e abra a massa com um rolo novamente no tamanho do retângulo original.
6. Repita o procedimento acima, ou seja pegue uma das extremidades da massa e leve-a até a metade da massa. Pegue a outra ponta da massa e coloque-a sobre a massa que foi levada até o meio. Ou seja a massa deverá ficar novamente na forma de um envelope e com 1/3 do tamanho original.
7. Embrulhe a massa novamente e leve-a a geladeira. Deixe-a por 30 minutos e repita todo o procedimento anterior por mais 3 vezes. No total, a massa deverá ter 5 dobras.
8. Depois das 5 dobras, corte um pedaço do envelope com cerca de 15 cm de comprimento.
9. Abra o pedaço de massa, com um rolo, deixando-a fina (cerca de 0,5 cm de espessura). A massa deverá ter cerca de (60X15cm). Corte cerca de 6 triângulos (base=10 cm; h= 15 cm).
10. Coloque uma fatia de queijo e outra de presunto sobre cada triângulo. Coloque as fatias mais próximas à base do triângulo. A partir da base, comece a enrolar os croissant. Segure as pontas do croissant e force-as levemente para que fiquem com forma de arco.
11. Se quiser fazer mais croissants repita o procedimento a partir do passo nº 7.
12. Ligue o forno em temperatura média (180 graus).
13. Distribuas os croissants sobre uma assadeira untada com manteiga e farinha de trigo. Deixe uma distância entre os croissants.
14. Num recipiente, coloque a gema e o leite. Misture bem e espalhe a mistura sobre a superfície dos croissants com um pincel. Deixe os croissants crescerem cerca de 10 minutos antes de levá-los ao forno.
15. Leve os croissants ao forno pré-aquecido por cerca de 30 minutos ou até que comecem a dourar.
16. Retire os croissants do forno e sirva a seguir

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quarta-feira, 23 de maio de 2012
Desconstrução na cozinha


Desconstrução não significa destruição,mas sim desmontagem, decomposição dos elementos.A noção de desconstrução surge pela primeira vez na introdução à tradução de 1962 da "Origem da Geometria" de E. Husserl. De acordo com Husserl a desconstrução serve nomeadamente para descobrir partes do texto que estão dissimuladas e que interditam certas condutas.

Se tranportarmos tal conceito para a gastronomia, entenderemos uma das tendências atuais neste meio. Pratos estão sendo desconstrídos, deixando em evidência cada um de seus ingredientes. Não quero falar aqui da "Desconstrução que é a base da reconstrução sem que haja destruição",  de Ferran Adrià (gastronomia molecular), mas da releitura de pratos de nossa cozinha tradicional. Da arte de mantendo o sabor da receita original, apresentá-la com novas texturas e roupagem. Da arte de inovar na apresentação, transformando por exemplo uma feijoada, numa comidinha finger food super charmosa.

As fotos abaixo mostram bem a desconstrução à qual me refiro.Pratos da gastronomia brasileira apresentados de maneira totalmente linda, show de bola. Como você está acostumado a comer uma feijoada?! Já imaginou comer um frango com quiabo à palito?! E prá você canudinho é aquele docinho de festa da década de 60, recheado com doce de leite?! Um baião de dois é servido num prato ou num varal?! Cuidado que você pode se surpreender!

À frente, frango com quiabo, tendo em seguida feijoadinhas finger food.Criações dos meus queridos Daniel Lieb, Gustavo Sana e Aldemir Borges

Vista mais próxima das feijoadas finger food

Canudinho de carne seca, requeijão de raspa e couve crocante com pure de moranga by Daniel Lieb



Cone de Baião no Varal da Botica do Quintana

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sexta-feira, 18 de maio de 2012
Uma dúvida quase culinária…


Brilhante ou Fosco?! Qual lado do papel alumínio você deve usar para assar os alimentos?

Se você já fez algum assado, uma carne, peixe ou mesmo uma lasanha  deve ter tido a necessidade de embrulhar o alimento em papel alumínio, tarefa aparentemente fácil para quem seguiu religiosamente todos os passos da receita, mas daí você pega o rolo do papel abre um pedaço do tamanho exato para embalar o preparado, quando aparece aquela dúvida:

“- O lado fosco para fora ou o lado brilhante para fora?! Ou vice versa?! E agora José?!”

De acordo com a  Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) a resposta é simples: o lado brilhante deve ficar para dentro.

O lado brilhante da folha, por ter uma rugosidade menor (é mais liso), propicia menor aderência de alimentos e substâncias na sua superfície, além do que seu índice de refletividade ao calor é maior o que pode aumentar um pouco o tempo de cocção dos alimentos. Assim, tecnicamente falando, o ideal é utilizar-se o lado brilhante para dentro para melhor aproveitamento da fonte de calor. O fato, porém, de se utilizar um lado ou outro em contato com alimentos não ocasiona qualquer prejuízo no cozimento ou conservação.

Na verdade, usar os dois lados do papel pode ser correto. Porém, nas duas formas, há utilidades diferentes. O lado brilhante do papel alumínio, por exemplo, reflete melhor tanto no calor como em temperatura baixa. Para congelar os alimentos é aconselhável manter o lado brilhante para fora, pois se o frigorífico for aberto, o papel de alumínio refletirá melhor o calor, mantendo mais tempo o alimento congelado. No caso de cozinhar os alimentos, você deve inverter e manter o lado brilhante para dentro. Neste processo, faz com que os alimentos cozinhem mais rápido.



Mas já que estamos falando do alumínio, vamos falar também de algumas outras utilidades incríveis que ele tem que vão fazer o maior sucesso na sua casa!

1. Tesoura bem afiadinhaAntes de jogar as folhas de alumínio amassadas no lixo, use-as para afiar aquela tesoura "cega". É fácil: desamasse o material e corte-o em tiras - de oito a dez são suficientes para melhorar o fio do instrumento.

2. Xô, pinga-pingaApareceu uma goteira no telhado justamente no fim de semana e a meteorologia promete mais chuva? Identifique as telhas quebradas ou rachadas e cubra a área com uma folha de alumínio, fixando bem as bordas nas telhas ao lado. Como o material é moldável e impermeável, o reparo de emergência resistirá firme e forte durante vários dias.

3. Sem cheiro de cebolaUsou só uma parte do tempero? Embrulhe o restante em filme plástico, depois em uma folha de alumínio, e guarde-o na geladeira - o cheiro ficará contido na embalagem e não passará para os outros alimentos. Além disso, a cebola vai se manter fresquinha e úmida por mais tempo.

4. Passe mais rápido!Reduza pela metade o tempo que você gasta passando roupa com o seguinte truque: coloque uma folha de alumínio sobre a tábua de passar com o lado brilhante voltado para cima. Cubra-a com um tecido fininho de algodão (estique bem e prenda na tábua com pedacinhos de fita crepe, se necessário). Como o alumínio reflete o calor, só de passar um lado da roupa, o outro também ficará lisinho!

5. Ajuste mais que perfeitoSe o parafuso e a porca não estão se encaixando direitinho, ou se na hora de desmontar e remontar um móvel ou objeto a arruela sumiu, a dica é enrolar um pedaço de papel-alumínio perto da cabeça do parafuso e rosquear bem até conseguir a pressão necessária.

6. Assado uniformeVocê provavelmente já envolveu carnes em folhas de alumínio para assá-las por igual, sem ressecar nenhum cantinho. Mas talvez não saiba qual lado do laminado deve ficar em contato com o alimento... Descobrimos a resposta para você: por ser mais lisa, a parte brilhante adere menos à comida, evitando que a casquinha do assado grude no papel.

7. Forno e fogão sempre limposAntes de assar ou gratinar os alimentos, cubra o fundo do forno com papel-alumínio - os eventuais respingos da forma caem na folha. Ao final, espere o forno esfriar, retire o alumínio sujo e jogue-o fora. Ele também serve de protetor de fogão na hora de preparar frituras e molhos: basta colocar o papel sobre a chapa, deixando os bicos das chamas livres.

8. Frutas bem conservadasSe você guarda frutas na geladeira para saboreá-las mais fresquinhas, saiba que isso não é mais preciso. Basta embalar o alimento em folhas de alumínio. Mesmo a banana, que estraga rapidamente fora do refrigerador, continuará tenra por mais tempo armazenada dessa maneira. Mas certifique-se de envolver toda a fruta, combinado?

9. Esponja improvisadaUma folha de alumínio amassada é tão eficiente quanto uma esponja de aço para eliminar os restinhos de comida que vira e mexe grudam nas panelas. Coloque a dica em prática da próxima vez que aquele assado (ou quem sabe um brigadeiro...) não soltar do fundo do recipiente.

10. Cone multiusoImprovise um funil enrolando uma folha dupla de alumínio em formato de cone. A vantagem sobre o utensílio de plástico é que você consegue moldar o papel para se encaixar em qualquer orifício. Você também pode usar o cone na hora de decorar bolos e sorvetes - encha-o com cobertura ou chantilly e pressione a base, criando os desenhos.
 








segunda-feira, 14 de maio de 2012
Pitada de Sal







No dia das mães fui surpreendida por um presente que adoro! Um livro.... de gastronomia! O presente da vez foi “Pitada de Sal” da chef baiana Nacilda Vick, lançado pela Editora Intercom.

Ainda não comecei a ler mas já me infornei sobre o mesmo.


A arte da gastronomia ao alcance de todos. Esta é a proposta do livro. A obra promete colocar tempero na literatura gastronômica, já que tem como proposta desvendar de maneira simples cardápios requintados, que agradam todo tipo de paladar.

Sucesso de crítica nos programas vespertinos, como TV Culinária e Mulheres, da TV Gazeta, Nacilda Vick aliou a bagagem da exótica comida baiana aos múltiplos aromas da capital paulista, onde mora há quatro décadas. Por conta desta bagagem, o livro sai do lugar comum da literatura gastronômica.
 
De forma simples e prazerosa, mas sem perder o requinte, “Pitada de Sal” será um grande aliado aos que querem surpreender na cozinha. “Elaborar receitas que tenham um grande envolvimento emocional de fácil preparo e delicioso resultado é uma tarefa nada fácil. Com este livro, fazemos com que a simplicidade dos ingredientes se transforme em pratos elegantes que até os olhos tenham sensações gustativas – e, por que não, olfativas”, diz a autoraf, acrescentando que a obra é direcionada a todo o tipo de público, desde os iniciantes até os mais experientes na arte da gastronomia.

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sexta-feira, 11 de maio de 2012
Sugestão para o dia das mães




O dia das mãe se aproxima e por mais que sua mãe goste de cozinhar e seja a sua super chef preferida, é justo que você dê um dia de descanso a ela.  Muitos optam nesta data a levarem a mamãe para almoçar num bom restaurante, o que eu definitivamente não acho uma boa idéia. Como quase todos têm a mesma idéia, os restaurantes estão lotados e consequentemente a demora e a qualidade no atendimento tornam-se motivos de estresse. Então por que não ir você para a cozinha e preparar o almoço para ela? Ainda dá tempo de você comprar os ingredientes e desfrutar o domingo no mais alto astral aolado daquela que te ama incondicionalmente.

O prato abaixo é delicioso e com certeza você deixará sua mãe encantada!

Camarão na Minimoranga do Chef Gabriel Matteuzzi



Camarão na Minimoranga do Chef Gabriel Matteuzzi


Ingredientes

2 minimorangas
160g de camarões limpos (tamanho médio)
20g de pimentões vermelhos
20g de pimentões verdes
20g de pimentões amarelos
50g de cebola
1 pimenta cumari
80ml de leite de coco
20ml de azeite-de-dendê
10ml de azeite de oliva
30ml de caldo de peixe

Emulsão de coentro

1 ovo semi-cozido
80ml de azeite
250g de coentro
Sal a gosto

Modo de preparo

Com uma faca afiada, corte o topo das minimorangas com cuidado e retire as sementes. Depois de limpa, cozinhe em água fervente e sal por 10 a 15 minutos. Dê um choque térmico em água com gelo e reserve.

Com a metade do azeite-de-dendê e do azeite de oliva, doure a cebola e os pimentões. Adicione a pimenta cumari para aromatizar. Coloque uma parte do caldo de peixe. Deixe o caldo evaporar. Junte o leite de coco e deixe reduzir um pouco. Reserve. Com a outra metade dos azeites, salteie os camarões, adicione a outra parte do caldo de peixe e junte-os ao creme de leite de coco com pimentões.

Emulsão de coentro

Em uma panela com água quente, mergulhe o coentro rapidamente e dê um choque térmico em água com gelo. Esse procedimento faz com o coentro mantenha sua cor.

No liquidificador, bata o coentro com o azeite até obter uma mistura homogênea. Coe e reserve. Bata o ovo semi-cozido e vá adicionando o azeite de coentro aos poucos. O resultado é uma emulsão, com aparência de maionese.

Finalização

Coloque uma colher (sopa) da emulsão de coentro no fundo da minimoranga. Recheie com o creme de camarão e leite de coco. Por cima, coloque mais um pouco da emulsão. Leve ao forno para aquecer tudo à mesma temperatura. Decore com flores comestíveis.

Dificuldade: média
Rendimento: 2 porções
Tempo: 2 horas

Como sugestão de sobremesa, que tal um Tiramissu?! Não tem como a mamãe não adorar! A receita você encontra aqui.

Aproveito para desejar feliz dia das mães para todas as mamães que passam por aqui!

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terça-feira, 8 de maio de 2012
O charme das galantinas



Galantina, segundo o dicionário Aurélio é uma “Iguaria de alta culinária, feita com galinha ou carne desossada e recheada com diversos ingredientes e condimentos, com a qual se faz um rolo que depois é cozido num caldo feito de substâncias gelatinosas. Serve-se fria, cortada em fatias e acompanhada da geléia feita com o caldo.”e acrescenta: “Por extensão, prato frio, feito com geléia ou gelatina salgada e enformada com outros ingredientes, como carnes, legumes, camarão, etc”.

É uma iguaria típica da culinária da França e também da culinária de Portugal. É confeccionada com diversos tipos de carnes desossadas, cobertas por uma camada de geleia. As carnes mais utilizadas são as de suíno, bovino, frango e faisão. É normalmente consumida fria, após ter sido escalfada.


Por vezes, as galantinas são também recheadas com uma mistura de carnes picadas, peixe, vegetais, frutas, pão ralado e especiarias. Esta mistura pode ser picada diversas vezes, até se obter uma pasta mole. Quando se utiliza esta mistura, a galantina é normalmente prensada, sendo a pasta introduzida numa forma cilíndrica


As galantinas normalmente encontradas nos supermercados em Portugal são confeccionadas com a pasta de base. Para além desta, o recheio pode conter mais ingredientes, existindo, por exemplo, galantinas de azeitona, de vegetais (pedaços de cenoura e de pimentão vermelho) e de cogumelos. Tratando-se de uma carne fria, a galantina é normalmente consumida em sanduíches.

Alguns dos tipos mais comuns de galantinas na França são:


Galantine de volaille: peito e pasta de frango, trufas, toucinho, pasta de fígado e pistache..


Galantine de canard: semelhante à galantina de frango, mas confeccionada com pato.


Galantine de faisan: semelhante à galantina de frango, mas confeccionada com faisão.


Galantine de marcassin: carne de javali, trufas, presunto, toucinho, língua, ovos e pistache.


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Galantina de frios

Galantina de frios

Ingredientes:


2 envelopes de gelatina em pó sem sabor
1/2 xícara de vinho tinto seco
2 xícaras de água bem quente
1 1/3 xícara de caldo de carne
250 g de queijo provolone em fatias
400 g de pimentão vermelho aferventado, cortado pela metade e sem sementes
1 pimentão verde cortado ao meio e sem sementes
360 g de frios sortidos fatiados

Preparo:

Com um cortador de biscoitos em formato de flor com 5 cm de diâmetro, corte 9 flores de queijo provolone.
Reserve, com o restante do queijo.
Com um cortador de biscoitos em formato de flor, de 2,5 cm de diâmetro, corte 9 florezinhas de pimentão vermelho.
Reserve e corte o restante do pimentão em quadradinhos.
Com a metade do pimentão verde, faça com a faca triângulos de 1,5 cm.
Com o restante, corte quadradinhos e reserve.
Em uma tigela, misture a gelatina com o vinho e deixe descansar por 5 minutos. Adicione a água quente aos poucos e mexa por uns 3 minutos.
Adicione o caldo de carne e mexa bem.
Numa fôrma de vidro de 32,5 cm x 22,5 cm faça camadas alternadas com 1/4 dos frios, 1/4 do queijo, do pimentão vermelho e do verde cortados em quadradinhos, terminando com os frios.
Arrume as flores de queijo sobre a última camada; coloque as flores de pimentão vermelho no centro das de queijo e arrume os triângulos de pimentão verde entre as flores.
Despeje a mistura de vinho e gelatina por cima, tomando cuidado para que as tirinhas não saiam do lugar.
Tampe e leve à geladeira até que a galantina fique bem firme, durante umas 3 horas. Sirva gelada

Rende 9 porções









sábado, 5 de maio de 2012
Falando de carpaccio



De acordo com Arrigo Cipriani, atual dono do Harry's Bar, em Veneza, o Carpaccio foi inventado no Harry's Bar, onde foi servido primeiramente à condessa Amalia Nani Mocenigo, em 1950, quando ela informou ao dono do bar que seu médico havia recomendado o consumo exclusivo de carne crua. O Carpaccio consistia em finas fatias de carne crua, temperadas com molho de mostarda.

O prato foi nomeado Carpaccio por Giuseppe Cipriani, o fundador e dono do bar, em referência ao pintor italiano Vittore Carpaccio,A cor vermelha o fez lembrar do pintor renascentisa Vittore Carpaccio, que naquele ano organizara uma grande exposição de suas obras.

Vittore Carpaccio

Carpaccio nasceu em Veneza e pouco se sabe sobre sua vida, mas acredita-se que seus principais trabalhos foram feitos entre 1490 e 1519. Em 1490, começou a pintar a famosa Lenda de Santa Úrsula, para a Scuola di Santa Orsola dedicada à Santa, uma fraternidade social e beneficente de famílias ricas de Veneza. Durante sua vida, especializou-se em pinturas que narram cenas bíblicas
Savini Restaurant
De acordo com outra história da origem deste famoso prato, este haveria surgido no Savini Restaurant, na Galeria Vittorio Emanuele, em Milão. Uma senhora rica, que era frequentadora assídua do restaurante, havia sido aconselhada a se alimentar apenas de carne crua. Naquele tempo, não era socialmente aceitável que uma mulher daquele status pedisse "carne crua" no restaurante mais elegante da cidade. Então, o garçom sugeriu que ela usasse um nome diferente para isto.
Aparentemente, uma pintura de Vittore Carpaccio estava pendurava na parede do Savini naquele momento, e o garçom sugeriu então que Carpaccio fosse um "código" para o prato, permitindo que ela pedisse aquele prato sem constrangimentos.

Carpaccio agora é usado para denominar a preparação de carne ou peixe servido cru e cortado em finíssimas fatias. Alguns restaurantes tem utilizado o nome 'carpaccio' para qualquer prato finamente fatiado.

Carpaccio com Rúcula e Parmigiano

Embora hoje em dia carpaccio tenha várias versões e não seja somente de carne bovina e sem entrar em polêmica sobre a receita ideal, na maioria das versões  resume-se em lâminas de carne dispostas sobre  a superfície do prato besuntadas com um molho à base de mostarda, azeite e alcaparras. Eventualmente podemos acrescentar ao molho  aceto balsâmico e cebolas finamente fatiadas em cubinhos.

Mas para variar um pouquinho... que tal correr para a cozinha e preparar uma das receitinhas abaixo?!
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Carpaccio de Atum

Carpaccio de Atum

Adaptada da obra Culinária Italiana, de Jennifer Donovan, esta receita exige atum super fresco e da melhor qualidade. Duas dicas importantes: pedir a posta da cauda do atum, mais baixa e, portanto, mais fácil para fatiar (uns chamam de atum pra sashimi), e antes de começar a manipular o peixe para o preparo, deixá-lo entre 45 minutos e uma hora no freezer, em temperatura média, para ganhar consistência.

Ingredientes:

- 300g de atum
- suco de 1 limão siciliano e um pouco de suas raspas
- 5 colheres de sopa de azeite
- 2 colheres de sopa de salsinha picada
- sal e pimenta
- 1 dente de alho amassado
- um punhado de rúcula, ou o quanto desejar
- 2 colheres de sopa de lascas de parmesão
Preparar o molho combinando o limão, as raspas, o azeite, o alho e a salsinha, temperando com sal e pimenta a gosto. Cortar o atum em fatias finíssimas, despejando o molho.  Misturar o resto do molho com a rúcula e dispor um pouco mais sobre o atum.  Salpicar com o parmesão e servir.



Carpaccio de berinjela



Carpaccio de berinjela

Ingredientes:

2 berinjelas
2 tomates
1/2 xícara (chá) de folhas de manjericão fresco
2 colheres (sopa) de alcaparras (opcional)
suco de um limão
sal
Pimenta-do-reino
Alho
Azeite (atenção a berinjela chupa todo o azeite e para nossa receita não ficar calórica sugiro usar um desses substitutos de óleo zero calorias para cozinhar. Esses óleos podem ser encontrados em qualquer bom supermercado. Existe inclusive com sabor de azeite. E ai use apenas um fio de azeite extra-virgem por cima.

Preparo:

Tire a pele dos tomates mergulhando-os rapidamente em água quente. A pele vai sair fácil. Tire as sementes e pique os tomates. Refogue com alho, sal, pimenta do reino (pouco azeite, lembre-se) e reserve.
Corte as berinjelas com a casca em fatias bem fina. A sombra da faca deve aparecer quando estiver cortando as rodelas. Leve à frigideira untada e tempere com sal e pimenta-do-reino. Deixe dourar por 2 minutos. Vire e deixe dourar do outro lado. Coloque as fatias num prato formando uma escama. Por cima, coloque o tomate picado, as alcaparras e as folhas de manjericão. Regue com o azeite de oliva e suco de limão. Pode servir fria.

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terça-feira, 1 de maio de 2012
Aussie Bread - O Pão do Outback



Para quem não sabe, o Outback é uma rede de retaurante  americana inspirada na Austrãlia que  se tornou famosa no mundo por seus cortes especiais de carne, servidos à la carte com acompanhamentos ou em sanduíches.



Quem nunca ouviu falar da Bloomin' Onion,a  famosa cebola do Outback? Ou do Ribs, uma costela de porco grelhada, servida com um acompanhamento da escolha do cliente ?

Tem também o Aussie Bread, o famoso pão do Outback, gostoso, levemente adocicado que chega à mesa, recém assado, quentinho, super cheiroso, que a gente coloca a manteiga cremosa que acompanha e agradece a Deus por não estar de dieta para aproveitar essa delicia.

É claro que a receita original deve estar guardada a sete chaves. Mas a receita abaixo se não fica igual pelo menos chega bem perto  da do Aussie Bread do Outback.

Quer testar?



Aussie Bread - O Pão do Outback



Ingredientes

1 1/4 xícara de água morna
Corante alimentício marrom (opcional mas é o charme do negócio )
2 colheres (sopa) de margarina
1/2 xícara de melado de cana
1 3/4 xícara de farinha de trigo
1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de farinha de centeio
2 colheres (sopa) de chocolate em pó (é chocolate em pó não é Nescau nem Toddy ok)
3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
1 colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de glúten
1 1/2 colher (chá) de fermento biológico seco
Fubá para polvilhar

Modo de preparo:

Usando sua máquina de pão (isso mesmo, máquina de fazer pão ou você achou que ia conseguir impressionar alguém fazendo isso na panela?) misture 60 gotas do corante marrom na água morna, e em seguida acrescente todos os outros ingredientes, MENOS O FUBÁ (lembra que ele é pra polvilhar) NA ORDEM que estão aí em cima. Coloque a máquina na opção dough (massa). Quando o ciclo terminar, remova a massa e separe-a em 6 partes iguais.

Modele então 6 pães de cerca de 12cm de comprimento e 5cm de largura. Polvilhe uma superfície com fubá. Umedeça as mãos, passe-as levemente sobre os pãezinhos e passe-os no fubá. Coloque-os em uma assadeira, cubra com um pano e deixe crescer durante uma hora.

Pré-aqueça o forno a 180 C. Leve os pães crescidos ao forno e asse por 35 a 40 minutos, ou até dourar. Tire do forno e deixe-os esfriar por 15 minutos. Sirva com manteiga de verdade, gelada ou amolecida.












Você pode também testar estas opções:


Pão Australiano (tipo Aussie Bread) com Chef Carlo Möckli  (outra opção de receita)


Fermentação direta:


40g açúcar mascavo
20g melado
200g água 
5g sal
20g fermento biológico 


250g farinha de trigo
100g centeio 


30g chocolate em pó 50%


50g manteiga


Fubá para polvilhar




Preparação:


Misture a água com fermento biológico. Adicione as açúcares. Misture as 
substâncias secas e no final a manteiga.
Deixe fermentar por uns 30 minutos. Coloque numa forma de pão e deixe crescer durante 30 a 60 minutos.
Pré-aqueça o forno a180°C. Asse por 30 a 45 minutos dependendo do tamanho do pão.










Mais uma receita com uma pré-massa (esponja)


Fermentação indireta: 


160g  farinha de trigo
3g  fermento biológico fresco
3g  sal
90g  água 


Preparo:


Misture a farinha, o fermento e a água até que se forme uma massa lisa.
Junte o sal por último e sove até que tudo esteja bem homogêneo. Reserve    coberto, em local arejado por cerca de 24 horas.


Massa: 


30g    cacau em pó
20g    açúcar mascavo 
30g    fermento biológico 
50 g   mel
250g  água
10g   sal 
250 g pré-massa 
500g farinha de trigo 
60 g de fubá para cobrir o pão


Preparo:


Misture a farinha de trigo, o açúcar mascavo, o fermento e o cacau.
Adicione a água e o mel.
Sove por aproximadamente 5 minutos.
Adicione a pré-massa e o sal, sove por mais 8 minutos, ou até que tenha desenvolvido o ponto de véu do glúten.
A massa deve descansar por 30 minutos. Para então ser dividida em porções. 
Molhe sutilmente a superfície de cada pão e passe pelo fubá.
Disponha em uma assadeira rasa coberta com papel manteiga. Deixe fermentar por cerca de 4-6 horas dependendo da temperatura.
Asse em forno aquecido à 200° C por cerca de 30 minutos. Resfrie.



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